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Prognum Informática

Informações relevantes do mercado do Crédito Imobiliário

Notícias - Abril de 2021

Versão 9.18 do SCCI Corp: SisAt agora permite montar fluxograma gráfico da esteira de atendimento

Histórico código 95 (Incorporação) apresenta valor total incorporado e como ele foi composto

A nova versão do SCCI Corp - Sistema de Controle de Crédito Imobiliário, com distribuição em 5 de abril para os clientes da Prognum Informática, traz uma novidade no SisAt (Sistema de Atendimento): a possibilidade de se organizar automaticamente um fluxograma da esteira de atendimento, ou seja, um diagrama posicionando e linkando as diversas tarefas de uma determinada atividade ou rotina operacional.

- O fluxograma pode ser montado dinamicamente a partir de tarefas cadastradas no SisAt. O usuário poderá visualizar esse diagrama de forma gráfica, trazendo uma melhor compreensão do funcionamento daquela atividade ou rotina - explica Kleber Pereira, Coordenador de Análise de Requisitos da Prognum Informática.

Outro destaque se refere ao histórico de código 95, o registro da incorporação de prestações em atraso ao saldo devedor no Módulo de Gestão/Incorporação do SCCI Corp. Nesta versão 9.18, o usuário poderá consultar não apenas o valor incorporado, mas também como ele foi composto, ou seja, quais foram as parcelas, encargos por atraso, taxas, custas e demais valores que entraram em sua composição.

Esse histórico já era disponibilizado para o usuário do SCCI Corp, com esta mesma função, ou seja, de registrar a incorporação de prestações em atraso e outros valores ao saldo devedor do mutuário, que renegociou sua dívida com o agente financeiro, e há cerca de um ano passou a ser disponibilizado, também, por meio do então recém-criado Módulo de Incorporação.

- O Módulo de Incorporação é muito mais amigável e produtivo para o usuário e, por meio dele torna-se possível acessar diretamente o código de histórico 95. A partir de agora, nesta versão 9.18 do SCCI Corp, o usuário pode consultar o valor incorporado e tem, também, a possibilidade de gerar um demonstrativo analítico das prestações em atraso e/ou outros valores que compuseram o valor incorporado. Ou seja, a partir de agora é possível consultar o valor total incorporado, bem como a forma como esse valor foi composto. É uma novidade importante porque permite análises e consultas operacionais que podem ser bastante relevantes para o agente financeiro - explica Kleber.

Publicado em 01/04/2021

Prognum investe em controles cada vez mais eficientes dos testes diários

Testes poderão ser consultados por meio do EVP App

A Prognum Informática não tem poupado esforços e investimentos na elaboração e realização de testes/avaliação de todas as suas ferramentas e respectivas versões, que são diária e automaticamente realizados. O controle destes testes é de fundamental importância, tanto do ponto de vista gerencial quanto operacional, e é exatamente por isso que a empresa passou a disponibilizar, para consulta, o resultado integral destes, por meio do aplicativo EVP - Escritório Virtual Prognum.

Até então, era possível consultar os testes por meio de e-mails, diariamente gerados por todos os setores envolvidos nessa atividade, contendo os dados resultantes daquelas operações. Agora, também será possível consultar, no EVP App, toda a base de testes por meio de uma tela específica, onde o usuário poderá buscar informações sobre: a quantidade de testes realizados, erros eventualmente detectados e hora de início e encerramento dos testes, com informações que poderão ser classificadas por setor, tipo de teste e por cliente.

- Tínhamos acesso a estas informações exclusivamente pelos e-mails gerados pelos setores envolvidos com os testes e o usuário precisava consultar os e-mails para localizar a informação desejada. Agora, isso pode ser feito, a qualquer momento e em qualquer tempo, de uma forma muito mais amigável, rápida e produtiva, por meio do EVP App. Disponibilizamos o acesso a um painel gráfico muito bem elaborado, com todas as informações resultantes dos testes e, é importante observar, com o EVP sendo alimentado em tempo real sobre toda a testagem - explica o Coordenador de Análise de Requisitos, Kleber Pereira.

Kleber pontua, ainda, que o maior ganho é o na segurança e controle, sendo possível consultar a performance de cada teste, identificando, por exemplo, a velocidade de cada operação testada. O Coordenador ressalta que a Prognum Informática tem investido muito nos testes diários e automatizados, na busca de atingir a máxima qualidade de seus produtos.

- Estamos inteiramente focados em testar, testar e testar, de forma a garantir a maior confiabilidade possível de nossas versões. Não abrimos mão disso porque sabemos o quanto os testes são fundamentais para a excelência dos nossos produtos - finaliza ele.

Publicado em 01/04/2021

Itaú Unibanco lança canal de negociação pelo WhatsApp

Clientes poderão renegociar dívidas ou antecipar parcelas de empréstimos, incluindo a prestação da casa própria

O Itaú Unibanco anunciou que os clientes que querem renegociar suas dívidas ou antecipar parcelas de empréstimos, em atraso ou não, agora contam com um canal exclusivo pelo WhatsApp para negociar com o banco. O número disponibilizado é o (11) 4004-1144 (conta comercial verificada pelo WhatsApp), e por meio dele será possível regularizar qualquer pendência, de qualquer valor, inclusive renegociando taxas e demais condições para pagamento de crédito obtido junto ao banco.

“Queremos facilitar o acesso às melhores ofertas para a reorganização financeira de nossos clientes, criando uma agenda viável de pagamentos para cada caso. Para tanto, analisamos e entendemos a situação do cliente e buscamos as soluções customizadas mais adequadas. A ideia é incentivar a renegociação, inclusive entre os adimplentes, antes de sua situação financeira se tornar crítica e gerar restrições que dificultem o acesso a novos créditos”, disse Alexandre Borin, Diretor de Recuperação do Varejo do Itaú Unibanco, pontuando que a iniciativa não se trata de um canal de cobrança.

Alexandre disse que o objetivo do Itaú Unibanco é oferecer soluções customizadas para cada cliente, por meio do autoatendimento digital. Segundo ele, as opções de acordo valem para prestações relacionadas a crediário, cartões de crédito, cheque especial e financiamentos em geral, entre os quais imobiliário. Será possível fazer simulações e, após um acordo, receber o código de barra do pagamento pelo próprio WhatsApp.

“Estamos disponibilizando as primeiras funcionalidades e, em breve, ampliaremos os serviços de renegociação neste novo canal. O objetivo é levar ainda mais praticidade aos nossos clientes, incluindo lembretes de pagamentos e segunda via de boletos, por exemplo, entre outros vários recursos”, acrescenta o executivo. O atendimento do Itaú Unibanco pelo WhatsApp poderá ser feito diariamente, das 7h às 20h, via assistente virtual. O cliente deverá informar seu CPF e fazer a validação de token via SMS. Em busca de uma maior segurança, dados cadastrais poderão ser confirmados no atendimento.

Publicado em 01/04/2021

Abecip acredita que o financiamento imobiliário continuará em alta em 2021

Entidade estima que o volume de financiamentos será 27% maior em 2021, se comparado ao ano anterior

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) acredita que mesmo após bater recordes em 2020, o volume de financiamentos imobiliários deve continuar em alta em 2021. Segundo previsão da entidade, o montante financiado este ano deve chegar a R$ 157 bilhões, o que representa uma alta de 27% em relação a 2020.

"Com a alta da Selic, pode haver um incremento de juros, mas nada significativo a ponto de as pessoas reverem seus planos. Em 2017, as taxas eram de 11%. Hoje, são de 6,8% Há um intervalo enorme", disse a Presidente da Abecip, Cristiane Portella, para quem o aumento da Selic não deve trazer grandes alterações no mercado. "Para facilitar os consumidores, há opções de financiamentos com correção pelo IPCA, taxas pré-fixadas, fixas e pela poupança. O brasileiro hoje tem novas opções para comprar a casa própria", observou. a executiva.

O Presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz Antonio França, também está otimista. Segundo ele, taxas abaixo dos dois dígitos ainda são muito atrativas para o consumidor. "Quando um empresário compra um imóvel, faz isso porque espera que haja demanda para o empreendimento. O Brasil tem necessidade de construir", disse França. Segundo a entidade, as incorporadoras comercializaram 119.911 unidades em 2020, volume 26,1% superior ao registrado no ano anterior.

Publicado em 01/04/2021

Cohab SP entrega 108 unidades habitacionais na Zona Oeste da cidade

Trata-se de um dos maiores empreendimentos imobiliários do Programa Urbanização de Favelas na capital, que beneficiará 1.291 famílias

A Prefeitura Municipal de São Paulo, a Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB) e a Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab SP) entregaram virtualmente, no início de março, mais 108 unidades habitacionais do Conjunto Habitacional Viela da Paz, no Jardim Vazani, área da Subprefeitura do Butantã, na Zona Oeste da cidade. Segundo a Cohab SP, este é um dos maiores empreendimentos habitacionais do Programa Urbanização de Favelas da capital, que beneficiará 1.291 famílias que foram removidas de áreas de risco ou em decorrência das obras de urbanização no local.

A Cohab SP informou que o empreendimento, ainda em construção, conta com quatro frentes de obra, cujo foco é o atendimento habitacional, com o investimento total do contrato de R$ 159.157.617,56. Com as 108 unidades entregues referentes ao Condomínio A2, o empreendimento conta com 647 apartamentos entregues. Ainda estão previstas mais 108 unidades do Condomínio A1, mais 122 unidades no Condomínio D, outros 37 domicílios e mais 377 novas unidades habitacionais que ainda serão iniciadas, totalizando 1291 apartamentos.

A companhia informou, também, que todos os condomínios dispõem de área de lazer com playground, coleta seletiva, áreas ajardinadas e equipamentos para ginástica. Todas as unidades do conjunto contam com sala, cozinha, área de serviço, banheiro, dois dormitórios com varanda e possuem 42 m². O bairro possui grande variedade de escolas, lojas, agências bancárias, varejos, atacados, shopping, supermercados, hospitais e postos de saúde.

Publicado em 01/04/2021

Cohab Pará: R$ 10 milhões para reformas e ampliações

Programa da companhia beneficiou 1.645 famílias entre os anos de 2019 e 2020

A Companhia de Habitação do Pará informou que entre os anos de 2019 e 2020 atendeu 1.645 famílias de todo o Estado nas modalidades reforma e ampliação. A maioria dos contemplados (1.209) mora na região metropolitana de Belém. Segundo a companhia, o investimento foi de cerca de R$ 10 milhões. O valor destinado para cada um dos beneficiários, nesta modalidade, é de até R$ 11.500, sendo R$ 10 mil para compra de material como cimento e tijolo e R$ 1.500 para ajudar no pagamento do pedreiro. Todos os valores são calculados levando em consideração dados previstos em uma tabela técnica da Cohab.

O diretor do programa Sua Casa, Luís André Guedes, esclarece que “para receber os benefícios, os candidatos vítimas de sinistros devem atender aos critérios estabelecidos em lei e ter em mãos o laudo da Defesa Civil municipal ou estadual. Após a inscrição, a Cohab seleciona os inscritos com base na ordem de prioridades do programa”, explica Guedes.

Para o Presidente da Cohab Pará, Orlando Reis, a companhia tem como compromisso social o apoio às famílias em vulnerabilidade social. “As nossas diretrizes são claras sobre esse tipo de situação: famílias que passaram por sinistros e se encaixam nos critérios do programa são atendidas pelas equipes. A nossa intenção é garantir que as famílias sejam contempladas para voltarem a ter casas com mais estrutura e dignidade”, disse Reis. Vítimas de desabamento e outros sinistros que quiserem se inscrever no programa Sua Casa devem acionar a Cohab Pará por meio do telefone (91) 3214-8400. Os atendimentos presenciais ao público estão momentaneamente suspensos durante o período de lockdown.

Publicado em 01/04/2021

Cohab Curitiba retoma obra de empreendimento com 240 apartamentos

Companhia já está atualizando o cadastro dos cidadãos que serão reassentados nos apartamentos do Residencial Theo Aterino

A Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab Curitiba) anunciou que está atualizando o cadastro dos cidadãos que serão reassentados em apartamentos no Residencial Theo Aterino, em fase final de obras, no Tatuquara. O empreendimento tem 240 apartamentos e sua construção foi paralisada em 2016, durante a gestão anterior. “Esta foi uma das tantas obras que encontramos paralisadas quando assumimos. Renegociamos o contrato e, em breve, os apartamentos estarão habitados”, garantiu o Presidente da Cohab, José Lupion Neto.

Os apartamentos serão destinados para dois segmentos de público: 50% das unidades para inscritos na faixa 1 da fila da Cohab (renda até R$ 1,8 mil) e 50% para moradores que serão transferidos de áreas de risco nas vilas Bom Menino, Bom Jesus, Califórnia, Eleonora Branco, Hakim, Henry Ford, Palmeiras, Parolin, Parque Náutico, Pompeia, Santos Andrade e Unidos do Umbará. Lupion e o Prefeito de Curitiba, Rafael Greca, viajaram para Brasília para tratar da renegociação dos contratos diretamente com o Presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Duarte Guimarães.

Para retomar a obra, a Caixa fez nova licitação, todavia a empresa selecionada concluiu que os recursos federais que haviam sido disponibilizados já não seriam suficientes. Para viabilizar a retomada do Theo Aterino, a Prefeitura empregou um recurso extra de R$ 562 mil, por meio do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social (FMHIS). Após todos os esforços, finalmente em agosto de 2020 a obra foi reiniciada.

Segundo a Cohab Curitiba, a seleção das famílias a serem reassentadas no conjunto obedeceu a critérios de vulnerabilidade social e habitacional na época da contratação da obra, em 2014. Após todos os impasses que foram superados para retomar a obra, se fez necessário atualizar a situação dos contemplados para saber se ainda possuem enquadramento nos critérios de atendimento. Para os casos de cancelamento por não enquadramento nos critérios ou desistência de contemplado já foi selecionado um cadastro de reserva com 30% do número de unidades disponíveis, conforme previsto em lei.

Publicado em 01/04/2021

MP pode destravar uso de cerca de R$ 10 trilhões como garantia de crédito, com criação das Centrais Gestoras de Garantia (CGG)

Ministério da Economia conclui minuta e discute o documento com a Casa Civil para posterior publicação

O Ministério da Economia concluiu uma Medida Provisória (MP) que pode destravar o uso de cerca de R$ 10 trilhões como garantia de crédito, com a criação das Centrais Gestoras de Garantia (CGG). O jornal Valor Econômico teve acesso à minuta elaborada pelo Ministério da Economia, em parceria com pessoas do mercado que integram a Iniciativa de Mercado de Capitais (IMK). Segundo reportagem do jornal, estão sendo realizadas discussões técnicas e jurídicas junto a Casa Civil para posterior publicação.  “É uma medida sem custo fiscal, que melhora a eficiência das garantias e do crédito”, disse o Secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, ao jornal Valor Econômico.

Segundo a reportagem, os R$ 10 trilhões correspondem ao valor estimado dos imóveis em poder de pessoas físicas, e boa parte desse valor está preso em operações de financiamento imobiliário. O volume de empréstimos nesse mercado é hoje da ordem de R$ 600 bilhões. “O potencial de expansão é gigantesco”, garantiu o Subsecretário de Política Microeconômica e Financiamento da Infraestrutura do Ministério da Economia, Edson Bastos. Para ele, se ao patrimônio das pessoas físicas for somado o das empresas, o número é ainda muito maior. Bastos disse acreditar que as CGG poderão representar, para o mercado de crédito, o que a alienação fiduciária foi para o mercado imobiliário nos anos 2000.

"Num exemplo hipotético, uma pessoa compra por R$ 1 milhão um imóvel financiado. Cinco anos depois, o imóvel valorizou-se e vale R$ 2 milhões. Ao mesmo tempo, a pessoa já quitou metade do empréstimo. Assim, ela deve R$ 500 mil e tem um patrimônio de R$ 2 milhões em mãos, mas esse R$ 1,5 milhão de diferença não pode ser dado como garantia numa nova operação. O imóvel fica preso na operação de financiamento até que o empréstimo seja todo saldado. A CGG vai fazer a gestão dessas garantias. Vai receber os imóveis alienados e dirá quanto à pessoa ou empresa pode tomar de novos empréstimos. Essa informação servirá para a operação ser contratada com qualquer banco associado à central, e não apenas no que concedeu o financiamento habitacional", explicou a reportagem do Valor Econômico.

Bastos ressaltou que a gestão burocrática dos imóveis alienados é cara e trabalhosa. E que é preciso, por exemplo, gerenciar o relacionamento com três mil cartórios e ter a capacidade de executar um imóvel dado em garantia em todo o país. Assim, apenas a Caixa Econômica Federal (CEF) tem uma estrutura própria para isso, e os demais bancos que operam crédito imobiliário terceirizam essa parte. E a maior parte das instituições nem atua nesse mercado.

"Com a CGG, o governo pretende eliminar essa barreira à entrada de novos operadores. Bancos pequenos, cooperativas de crédito e fintechs conseguirão operar empréstimos imobiliários. Com mais competição e menor custo de operação, é esperado que os juros caiam. As centrais vão funcionar também para créditos a pessoas jurídicas. Hoje, disse Bastos, praticamente nenhuma empresa pode dar um galpão, ou uma terra, em garantia de um empréstimo porque sabe que aquele bem ficará “travado” até a operação ser encerrada. Com isso, acaba recorrendo a outras linhas de financiamento mais caras. A MP traz outro mecanismo que permite otimizar o uso do patrimônio como garantia de empréstimos: a possibilidade de atualizar o valor do imóvel no cartório e utilizar o patrimônio maior como garantia para tomar uma nova operação na instituição que o financiou. Esse mecanismo chegou a constar de uma MP editada no ano passado, a 992, que perdeu a vigência por não ter sido apreciada pelo Congresso Nacional no prazo de 120 dias", relata o Valor.

A reportagem indica que uma terceira alteração proposta pela MP é a possibilidade de a pessoa manter aplicado um recurso do fundo de pensão que já está liberado para saque e usar esse valor como garantia de um empréstimo. O objetivo é estimular poupança de longo prazo. "As pessoas que participam de fundos de previdência fechados e já podem sacar os recursos provavelmente recebem, em suas aplicações, rendimentos maiores do que a taxa Selic, comentou Bastos. Em meio à pandemia, muitas dessas pessoas podem se ver pressionadas a fazer saques. A alternativa que lhes é oferecida é tomar um empréstimo, provavelmente com custo inferior ao rendimento pago pelo fundo, dando esses recursos como garantia. Nos fundos de previdência abertos, em que o saque é possível a qualquer momento, essa possibilidade de utilizar o dinheiro como garantia visa a alongar os prazos de resgate", revela a reportagem.

Segundo o jornal, a MP também facilita que as hipotecas possam ser executadas extrajudicialmente. "Hoje, os bens dados como garantia nessas operações podem ser tomados, em caso de inadimplência, principalmente com a autorização de um juiz. Por causa dessa dificuldade, e de decisões favoráveis aos mutuários, o mercado deixou de oferecer hipotecas. Ao fazer essa alteração, a MP aproxima a hipoteca da alienação fiduciária, que é a modalidade utilizada atualmente. Na alienação fiduciária, a propriedade do bem passa a pertencer à instituição financeira enquanto não for quitado o empréstimo e a execução ocorre extrajudicialmente, caso os pagamentos não sejam feitos", finaliza.

Publicado em 01/04/2021

Cohapar entrega 40 casas próprias no município de Sengés

Município receberá um novo empreendimento, com 58 unidades habitacionais

A Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) entregou, em 5 de março, as chaves da casa própria para 40 famílias em situação de vulnerabilidade e que viviam em áreas de risco, no município de Sengés, na região dos Campos Gerais. De acordo com a companhia, o investimento foi de R$ 1,2 milhão, com recursos do Governo Federal, do Estado e da prefeitura. As casas têm 40,99 metros quadrados e são compostas por dois quartos, sala, cozinha, banheiro e uma área de serviço externa. Cada moradia custou R$ 30 mil reais.

A Cohapar informou que as 40 unidades habitacionais receberam contrapartida do Governo do Estado com a instalação gratuita em todas as moradias das redes de energia elétrica pela Copel e redes de água e esgoto pela Sanepar. O investimento foi de R$ 5 mil reais por unidade. Já a própria Cohapar foi responsável pela elaboração e fiscalização do projeto, e a prefeitura viabilizou a doação dos terrenos, pavimentação asfáltica, calçadas, rede de esgoto, iluminação pública e a seleção das famílias.

A companhia anunciou que o município receberá, ainda, mais um empreendimento. Segundo o Chefe da Regional da Cohapar de Ponta Grossa, Ary Ribeiro, serão 58 moradias, com um investimento de aproximadamente R$ 4,5 milhões. "A obra deve iniciar no segundo semestre de 2021”, garantiu ele.

Publicado em 01/04/2021

IGMI/ABECIP varia 0,53% em fevereiro

Resultado é maior do que o apontado em janeiro, mas a variação acumulada em 12 meses desacelerou pelo quarto mês consecutivo.

O IGMI-R/ABECIP variou 0,53% em fevereiro de 2021, acima do resultado de janeiro (0,41%). Apesar disso, a variação acumulada em 12 meses do indicador desacelerou pelo quarto mês consecutivo, ficando em 9,17% ante 9,60% do mês anterior. A informação é da Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Segundo a entidade, Salvador foi a única capital que registrou queda nos preços dos imóveis residenciais em fevereiro. No entanto, a tendência de desaceleração na variação acumulada em 12 meses foi sentida em todas as capitais, a exceção de Recife, que se recupera de um patamar muito baixo (passando de 1,53% em janeiro para 1,75% em fevereiro), e Brasília, que apresentou um pequeno avanço, de 9,12% em janeiro para 9,28% em fevereiro.

"A desaceleração das variações recentes fica clara quando comparamos as trajetórias do primeiro bimestre do ano contra o último bimestre do ano anterior, nos três últimos anos. Sob essa perspectiva, em 2021 todas as capitas mostraram desaceleração, salvo o Rio de Janeiro que ficou estável. Analisando essas trajetórias na tabela acima, o início de 2020 mostra uma tendência geral de recuperação, enquanto o desempenho do início de 2021 é mais bem caracterizado como uma desaceleração. As acelerações recentes dos índices de preços no atacado e para consumidores faz com que a tendência de desaceleração nos preços reais dos imóveis residenciais seja ainda maior.

A percepção dos empresários do setor, de acordo com a Sondagem da Construção Civil do IBRE/FGV, reflete essa desaceleração na dinâmica dos preços nos últimos meses. Como mostra o gráfico abaixo, tanto a evolução recente da atividade (nos últimos três meses), quanto a demanda prevista (para os próximos três meses) reproduzem a desaceleração dos preços entre o final de 2020 e os primeiros dois meses de 2021.

Para os próximos meses, a trajetória dos preços dos imóveis residenciais está ligada ao avanço do programa de imunização, em um momento em que a piora acentuada da pandemia impõe medidas de isolamento desfavoráveis à atividade econômica em geral e ao mercado de trabalho. A esse desafio, somam-se a preocupação em relação à dinâmica dos índices de preços ao consumidor e no atacado mencionada anteriormente, que tende a tornar as condições de crédito menos favoráveis, e as dificuldades em conceder novos estímulos econômicos", explica a entidade, por meio de sua assessoria de comunicação.

Publicado em 01/04/2021

Loft recebe aporte de 425 milhões de dólares

Loft passa a ser a décima maior startup do setor imobiliário residencial em todo o mundo

A startup paulistana Loft anunciou ao mercado que recebeu um aporte de 425 milhões de dólares, passando, assim, a ter um valor de mercado de 2,2 bilhões de dólares. Trata-se da maior injeção de capital aportada em uma startup brasileira, acima dos 400 milhões de dólares recebidos pelo Nubank em janeiro. Agora, a Loft é a décima startup mais valiosa do setor imobiliário residencial em todo o mundo, sendo a primeira do ranking fora dos Estados Unidos e China.

O aporte foi feito em rodada comandada pelo fundo D1 Capital Partners, do bilionário Dan Sundheim. “A gente já tem um relacionamento de longa data com vários investidores, mas os que estão sentando-se à mesa agora enxergaram o nosso modelo como vencedor”, afirmou Mate Pencz, fundador da Loft, ao lado de Florian Hagenbuch, em 2018. Segundo reportagem publicada pela revista Exame, "um investimento complementar de 100 milhões de dólares pode ser realizado nas próximas semanas, elevando o valor de mercado da startup para 3 bilhões de dólares ou mais". Ou seja, vem mais novidades por aí.

Publicado em 01/04/2021

Financiamentos da casa própria chegam a R$ 12,29 bilhões em janeiro

Segundo a Abecip, se tata do maior volume nominal mensal registrado em um mês de janeiro desde 1994

Os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) chegaram, em janeiro, a R$ 12,29 bilhões, o maior volume nominal mensal registrado em um mês de janeiro na série histórica iniciada em 1994, segundo a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). "O montante foi 29,7% menor que o registrado em dezembro, mês que tradicionalmente apresenta os maiores resultados do ano. Comparado a janeiro do ano passado (R$ 7,14 bilhões), observou-se crescimento de 72%. No acumulado de 12 meses, entre fevereiro de 2020 e janeiro de 2021 o montante financiado somou R$ 129,12 bilhões, alta de 59,9% em relação ao período imediatamente anterior. Foram financiados em janeiro de 2021, nas modalidades de aquisição e construção, 55,1 mil imóveis, resultado 97,4% superior ao de janeiro do ano passado. Comparado a dezembro de 2020, observou-se redução de 1,6%. Nos últimos 12 meses, entre fevereiro de 2020 e janeiro de 2021 foram financiadas com recursos da poupança 453,9 mil imóveis, resultado 48,5% superior ao do período precedente (305,8 mil unidades)", informou a Abecip, por meio de nota oficial.

Publicado em 01/04/2021

Procura por simulação de crédito imobiliário do BRB explode após divulgação do financiamento da mansão de Flávio Bolsonaro

Após a notícia, as simulações cresceram nada menos do que 434%

A compra da mansão de R$ 6 milhões em uma área nobre de Brasília pelo Senador Flávio Bolsonaro não ganhou apenas as páginas da editoria de política dos jornais brasileiros. A notícia provocou uma corrida de gente interessada em financiar imóveis com as mesmas condições oferecidas ao filho 01 do Presidente Jair Bolsonaro. O BRB se vangloria de oferecer as taxas de crédito imobiliário mais baratas do país.

Um relatório do BRB demonstra que depois da divulgação do fato envolvendo Flávio Bolsonaro, o acesso aos simuladores de crédito habitacional da instituição cresceu nada menos do que 434%, e o número de propostas efetivamente enviadas ao banco aumentou em 234%. O Banco de Brasília financiou R$ 3,1 milhões da casa nova do Senador e a certidão do imóvel, registrada em cartório, demonstra que a taxa praticada na operação foi de 3,71% (mais o IPCA), com valor nominal de 3,65% (mais o IPCA).

Segundo o BRB, um dia antes da notícia, revelada em 28 de fevereiro, as consultas para crédito imobiliário atrelado ao IPCA eram de 314 operações. Um dia depois, em 1 de março, esse número pulou para 1.060 operações, passando para 3.001 no dia 2 de março e, finalmente, 4.733 consultas em 4 de março. Em relação às propostas efetivadas, o BRB chegou a receber até 20 pedidos de crédito imobiliário em um mesmo dia, quatro vezes mais que as cinco propostas que recebeu, em média, nos dias anteriores à compra de Flávio Bolsonaro.

Ainda de acordo com o BRB, em 2020 foram concedidos 235 financiamentos imobiliários indexados ao IPCA, no mesmo formato contratado pelo filho de Bolsonaro. Desse total, 205 (87%) tinham taxa fixa de 3,40% (mais a variação do IPCA), ou seja, ainda mais barata do que a oferecida a Flávio. Apenas um empréstimo foi feito com uma taxa maior, no caso de 4,75%, isso porque o cliente não transferiu o crédito do salário.

Publicado em 01/04/2021

Caixa anuncia que irá financiar a casa própria com zero de entrada e prazo de pagamento de até 35 anos

Banco não dá detalhes sobre a novidade, nem quando irá lançá-la no mercado

A Caixa Econômica Federal (CEF) não para de buscar novos produtos na área de crédito imobiliário. Depois de lançar uma linha de financiamento da casa própria corrigida pela poupança, o banco anunciou que irá lançar um programa habitacional que vai permitir a compra de um imóvel com absolutamente zero de entrada e prazo de pagamento de até 35 anos. O objetivo é facilitar ainda mais a realização do sonho da casa própria. A caixa ainda não revelou detalhes da novidade, nem quando pretende implementá-la.

Publicado em 01/04/2021

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