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Prognum Informática

Informações relevantes do mercado do Crédito Imobiliário

Notícias - Agosto de 2021

SCCI Corp 9.22: reformulação do SIG turbina sua performance

Consulta ao saldo devedor de uma quantidade expressiva de contratos passou de 40 minutos para apenas 2 segundos, por exemplo

A versão 9.22 do SCCI Corp - Sistema de Controle de Crédito Imobiliário, com distribuição para os clientes em 5 de agosto, traz uma profunda reformulação do Sistema de Informações Gerenciais – SIG, que resultou em um ganho fantástico de produtividade. A forma como a ferramenta consulta o banco de dados do SCCI Corp foi reescrita, e os resultados se mostraram extraordinários. O tempo de execução de uma consulta do saldo devedor, para uma quantidade expressiva de contratos passou de 40 minutos para apenas dois segundos, segundo testes realizados pela Prognum Informática.

Segundo o Coordenador de Análise de Requisitos, Kleber Pereira, a forma como o banco de dados passou a ser utilizado é que mudou e proporcionou tamanho ganho de produtividade. “Digamos que o usuário queira encontrar os contratos de financiamento imobiliário que têm saldo devedor na faixa entre R$ 20 mil e R$ 40 mil. Até então, a ferramenta consultava todos os contratos do banco de dados para selecionar apenas que se encaixavam naqueles parâmetros. Agora, a consulta é direta, ou seja, ela fica circunscrita aos contratos alvo. O banco de dados vai direto ao ponto”, explica Kleber.

O Coordenador informa que a Prognum Informática continua trabalhando para potencializar ainda mais estes resultados no SIG objetivando que todos os campos possam ser consultados com a mesma velocidade, incluindo campos calculados, como valores de parcelas e encargos decorrentes de atraso, por exemplo.

Publicado em 02/08/2021

Originação App, da Prognum Informática, agora a serviço do pretendente

Pretendente ao financiamento pode enviar documentos, acessar informações e consultar fases do processo até a efetivação do contrato

No início deste ano, a Prognum Informática disponibilizou o Originação APP, aplicativo do Sistema de Originação, tanto para o sistema Android quanto para IOS. O aplicativo permite a simulação de um financiamento e, havendo interesse do pretendente, acompanhamento de sua contratação. Inicialmente, a ferramenta estava disponível apenas para o uso do agente financeiro, mas a partir de agora ela também poderá ser utilizada pelo pretendente.

O Originação App pode ser inteiramente customizado pelo cliente Prognum, incluindo-se aí a utilização de sua logomarca, imagens, cores e fontes por ele desejadas. E ganha maior abrangência e interatividade agora, com a possibilidade de uso, também, por parte do pretendente do financiamento. Ele pode, por exemplo, enviar pelo App toda a documentação necessária, tanto utilizando a câmera do seu dispositivo quanto acessando sua galeria de fotos. O processo é todo interativo e automatizado. Se, por exemplo, faltar algum documento, o SCCI Corp enviará automaticamente um e-mail alertando o pretendente sobre a necessidade de atualização, e-mail esse, aliás, que também ficará disponível para consulta naquela na ferramenta.

- O pretendente pode acompanhar todas as fases do processo pelo Originação App. Ele saberá tudo o que já foi realizado e quais etapas ainda precisa cumprir para, ao final, assinar o contrato de financiamento. Ele pode consultar todos os e-mails trocados, bem como todas as informações do processo – conta o Analista da Prognum Informática, Pedro Gomes de Sousa.

Pedro destaca que o Originação App traz comodidade para o pretendente que, podendo realizar consultas online, elimina a necessidade de telefonar ou mesmo se deslocar para inteirar-se da situação atual do seu processo. Segundo ele, o app foi desenvolvido exatamente com esse foco, ou seja, no atendimento e comodidade do pretendente.

- É uma excelente ferramenta para acompanhamento, que mantém o pretendente muito bem-informado sobre seu processo de financiamento. O app também é utilizado pelo agente financeiro para registro e acompanhamento das fases e ocorrências havidas no processo, então facilita muito a interação entre ambas as partes – pontua Pedro.

Publicado em 02/08/2021

Prognum Informática fecha patrocínio de dois anos com o tenista Marcelo Demoliner

Marcelo Demoliner participou das Olimpíadas de Tóquio, em dupla com Marcelo Melo

A Prognum Informática e o tenista brasileiro Marcelo Demoliner estarão lado a lado pelos próximos dois anos. A empresa e o atleta assinaram contrato de patrocínio, que vai até 2023. Demoliner acaba de voltar das Olimpíadas de Tóquio e já está treinando para os importantes torneios que participará ao longo deste segundo semestre.

Demoliner foi convocado para representar o Brasil em Tóquio ao lado do tenista Thiago Monteiro. Mas com a saída de Bruno Soares, que precisou passar por uma cirurgia de apêndice a dois dias de sua estreia nos jogos, ele acabou fazendo dupla com Marcelo Melo.

Demoliner e Melo foram eliminados no primeiro jogo pelos croatas Mate Pavic e Nikola Mektic, simplesmente os atuais campeões de duplas em Wimbledon e medalhistas de ouro em Tóquio. A dupla brasileira chegou a impor um jogo equilibrado, mas perdeu por 2 sets a 0, o primeiro deles vencido apenas no tie break. A dupla brasileira alcançou o tie break abrindo 5 a 0, mas os croatas viraram, fechando o primeiro set em 7 a 5. No segundo set, o placar chegou a 4 a 4, mas os croatas abriram dois games e venceram a partida.

Demoliner participou de uma Olimpíada pela primeira vez em sua vida. Ele disse que sua participação foi marcante, um sonho realizado:

- Sem dúvidas, foi muito marcante! É a realização de um sonho ter participado de uma Olimpíada, ainda mais jogando ao lado do Marcelo Melo. Vou trabalhar muito para estar nas Olimpíadas de Paris. Esta nova parceria com a Prognum Informática vai ser fundamental para a gente conseguir conquistar estes objetivos. Depois de Tóquio, fico três semanas no Brasil, em uma minitemporada, para estar bem preparado para jogar os preparatórios do US Open e o US Open. Estes são meus próximos passos. Enfim, participar das Olimpíadas foi uma experiência muito legal, e desfrutei ao máximo. É um sonho de criança realizado. Estou muito feliz mesmo! - afirmou Demoliner, que conta com o apoio da Prognum Informática para continuar representando o tênis brasileiro pelo mundo.

Vale destacar que o patrocínio ao tenista Marcelo Demoliner foi formalizado antes da sua participação nas Olimpíadas de Tóquio. Aproveitamos para dar os parabéns para a dupla feminina Luisa Stefani e Laura Pigossi, que venceu as russas Elena Vesnina e Veronika Kudermetova por 2 sets a 1, com uma virada histórica, conquistando a medalha de bronze, a primeira medalha olímpica do país na modalidade.

Publicado em 02/08/2021

No 1º semestre do ano, financiamento da casa própria soma R$ 97,05 bilhões

Segundo Abecip, a alta, em relação ao mesmo período do ano passado, é de 123,9%

Junho foi mais um mês marcado por recordes do crédito imobiliário. Segundo a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança - Abecip - os financiamentos com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 19,66 bilhões, o maior volume nominal mensal registrado na série histórica iniciada em 1994. “O montante foi 12,5% superior ao observado em maio e, comparado com junho do ano passado (R$ 9,27 bilhões), cresceu 112,1%. No primeiro semestre de 2021, o montante financiado somou R$ 97,05 bilhões, alta de 123,9% em relação a igual período do ano passado. No acumulado de 12 meses, entre julho de 2020 e junho de 2021, o montante financiado somou R$ 177,67 bilhões, alta de 101,1% em relação ao período anterior. Foram financiados em junho de 2021, nas modalidades de aquisição e construção, 86,2 mil imóveis, resultado 17,8% superior ao de maio. Comparado a junho de 2020, a alta atingiu 160%. No primeiro semestre de 2021 foram financiados, com recursos da poupança do SBPE, 417,95 mil imóveis, evolução de 160,1% em relação a igual período de 2020. No período de 12 meses, entre julho de 2020 e junho de 2021, foram financiados com recursos da poupança 684,02 mil imóveis, resultado 107,6% superior ao do período precedente (329,46 mil unidades)”, informou a Abecip, por meio de nota.

Publicado em 02/08/2021

QuintoAndar inicia operação em Manaus e Belém

É o primeiro passo da prometida expansão após aporte de US$ 300 milhões

A startup QuintoAndar iniciou sua nova empreitada na região norte do país. Em 19 de julho, liberou os proprietários de imóveis cadastrem os apartamentos e casas na plataforma., nas cidades de Belém e Manaus. Desde o início de agosto, o acesso será enfim permitido para que interessados possam procurar, marcar visitas e alugar o imóvel desejado.

No final de maio, o QuintoAndar recebeu um aporte bilionário de US$ 300 milhões e informou ao mercado que o dinheiro serviria "para impulsionar sua liderança e crescimento nos segmentos de aluguel e compra e venda de imóveis residenciais no Brasil, assim como iniciar sua expansão internacional, começando pelo México". Mas planos de expansão não foram então revelados. Agora, essa expansão se inicia, pelo norte do país.

Publicado em 02/08/2021

Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação elege nova diretoria

A Presidente Maria do Carmo Ayesani Lopez foi reeleita

A Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC) elegeu, em assembleia geral extraordinária online, sua nova diretoria para o biênio 2021-2023. A Presidente da ABC, Maria do Carmo Avesani Lopez, foi reeleita. “Agradeço a parceria de todos. Foi um ano que nos vimos muito pouco mas fizemos várias reuniões virtuais. O importante é que a gente se manteve unido e sempre com o objetivo de avançar pela luta por mais moradias”, destacou a Presidente da ABC e, também, da Agência de Habitação Popular do Mato Grosso do Sul.

Segundo a ABC, nestes últimos anos a associação passou por diversas mudanças e conseguiu, com o apoio da diretoria, fortalecer a credibilidade da entidade, além de expandir suas ações. Em 2020 foi realizada a primeira edição on-line do Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social que bateu o recorde de participações.

Além da eleição propriamente dita, a assembleia definiu as prioridades da nova gestão, como a participação da ABC junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional para mostrar a importância de investimentos em habitação de interesse social para atendimento da população de baixa renda como política pública e a defesa da recomposição do orçamento do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para que sejam concluídas as obras em andamento.

Publicado em 02/08/2021

Cohab-MG fica em primeiro na VI Edição do Prêmio Gestão de Resultados para o Desenvolvimento

Promovido pelo BID, prêmio reconhece as boas práticas da gestão pública em países da América Latina e Caribe

A Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais ficou em primeiro lugar na VI Edição do Prêmio Gestão de Resultados para o Desenvolvimento (GpRD), promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), cujo objetivo é o reconhecimento das boas práticas da gestão pública em países da América Latina e Caribe. A Cohab-MG conquistou o lugar mais alto do pódio com o projeto “Redução da Estrutura do Estado com Ampliação da Atuação na Política Habitacional” e ficou em primeiro lugar na categoria Planejamento Estratégico. Na final, a empresa concorreu com projetos apresentados pela Secretaria de Finanças do Estado de Oaxaca (México) e pela Secretaria Executiva do Sistema Estatal de Seguridade Pública do Estado de Tabasco (México).

Segundo a Cohab-MG, o projeto premiado teve como objetivo apresentar um modelo habitacional sustentável e eficiente, por meio de um planejamento estratégico profundo e estruturado, de forma a construir uma alternativa ao modelo atual que prescinda desta estrutura operacional pesada e com baixos níveis de eficiência, que opera com níveis de inadimplência de mais de 50% e possui problemas estruturais de irregularidades de propriedade, como é a realidade atual da companhia. Também buscou-se a inovação, por meio da implantação de um planejamento estratégico robusto, cujo objetivo era mapear e cruzar passivos e monetizar o patrimônio da Companhia, proporcionando boas práticas para o setor privado e otimizando o uso dos recursos desta empresa pública.

A companhia mineira informou, ainda, que dentre as estratégias do modelo habitacional sustentável apresentado, está a estruturação de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) com a carteira de recebíveis dos contratos de financiamento e a estruturação de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) com a carteira de imóveis da Companhia, onde além do estado ser o dono de 100% das cotas relativas aos seus patrimônios integralizados, os rendimentos de ambos os fundos serão destinados para uma nova política habitacional em fase final de construção, que visa atender o público-alvo da Cohab Minas de uma forma leve, escalável e efetiva.

Publicado em 02/08/2021

MRV, HUPI e Tecverde lançam apartamentos e casas com soluções inteligentes

Parceria com Positivo Tecnologia garante maior conectividade, segurança e eficiência

A Positivo Tecnologia anunciou uma parceria com as construtoras MRV, HUPI e Tecverde para o lançamento de casas e apartamentos com soluções inteligentes que garantam maior conectividade, segurança e eficiência. A Positivo Casa Inteligente desenvolveu uma plataforma de soluções baseadas em Internet das Coisas (IoT) que automatizam ambientes, como lâmpadas Wi-Fi, plugs, interruptores, câmeras, controle universal, sensores de movimento, alarmes, videoporteiro e roteadores inteligentes.

Plataforma líder do mercado, a Positivo Casa Inteligente registrou uma alta de 544% em sua receita no ano passado, e sua base de usuários aumentou 1.485% em comparação a 2019. Segundo projeções, até o fim deste ano espera-se que o número de residências conectados no mundo cresça 14%; no Brasil a projeção é de alta de 21%.

“As pessoas estão conhecendo os benefícios de terem ambientes inteligentes em suas casas e também em escritórios e, consequentemente, aderindo cada vez mais a esses tipos de soluções. Já se pode notar um aumento de interesse por parte de outras construtoras para firmar parceria e implementar dispositivos de casas inteligentes em seus projetos imobiliários”, disse José Ricardo Tobias, responsável pela Positivo Casa Inteligente, à revista Exame.

A MRV, por exemplo, lançou projetos com soluções inteligentes, como o Safire Ville, em Campinas, São Paulo, aderindo ao conceito de Smart Living. A HUPI, por sua vez, já oferece, em Santa Catarina, a opção do uso de lâmpadas, interruptores e plugs inteligentes para controlar a iluminação dos ambientes, criar automações com Smart Controle Universal, assim como monitorar o ambiente com a Smart Câmera Bot 360. A Tecverde anunciou a construção, em Barretos, em São Paulo, de residências duplex com lâmpadas, controle universal, câmeras e sensores inteligentes.

“Entendemos que a relação das pessoas com o lar está em constante transformação, e esse movimento se intensificou ainda mais durante a pandemia. A parceria com a Positivo Tecnologia vem exatamente ao encontro do nosso objetivo de inovar e atender às necessidades de nossos clientes”, afirmou Rodrigo Resende, Diretor de Novos Negócios da MRV. “Os projetos de parceria com construtoras são parte de uma iniciativa da Positivo Casa Inteligente para buscar novas formas de entregar a experiência de ambientes conectados ao público brasileiro. Esses primeiros projetos agregam valor aos empreendimentos imobiliários, aceleram o ciclo de venda das unidades em estoque e aliam ainda mais tecnologia e inovação a esse setor tão importante em nossa economia”, concluiu Tobias.

Publicado em 02/08/2021

Venda de imóveis na cidade de São Paulo cresce 2,2% no 1º semestre do ano

Em média, o metro quadrado fechou o período custando R$ 9.359,00

O portal de classificados imobiliários Imovelweb divulgou relatório mensal que aponta crescimento de 2,2% no preço de venda de imóveis na cidade de São Paulo no primeiro semestre de 2021, fechando o período com média de R$ 9.359 por metro quadrado. Isso significa que, em média, um imóvel padrão, com 65 m², dois quartos e vaga na garagem está custando R$ 590 mil.

De acordo com a Imovelweb, em um ano foi registrado um aumento de  4,5% no valor de venda dos imóveis em São Paulo. Os bairros que mais apresentaram maior registro de aumento foram: Santo Amaro (R$ 9.532/m², +9,9%), São Miguel Paulista (R$ 4.731/m², +12,3%) e Jardim Helena (R$ 4.575/m², +17,6%). Já os bairros com imóveis mais desvalorizaram foram: Pari (R$ 6.552, -10,0%), Cidade Dutra (R$ 4.950, -5,1%) e São Rafael (R$ 5.601/m²,-2,5%).
Ainda segundo o portal, pelo segundo mês consecutivo o preço médio do aluguel na capital paulista registrou queda de 0,5%. A pesquisa aponta que para alugar um imóvel padrão é preciso gastar, em média, R$ 3.458 por mês, o que significa um aumento de 0,1% no primeiro semestre e de 1,8% em 12 meses.

Publicado em 02/08/2021

Projeto define 10% dos recursos do FNHIS para condomínios residenciais destinados a idosos de baixa renda

Proposta foi aprovada pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados

A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta que reserva 10% dos recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) para a implantação de condomínios residenciais destinados a pessoas idosas de baixa renda, informou a Agência Câmara de Notícias. A proposta aprovada é um substitutivo do relator, deputado Gustavo Fruet (PDT-PR), ao Projeto de Lei 1765/15 e oito apensados. O projeto original, apresentado pelo ex-deputado Veneziano Vital do Rêgo (PB), hoje senador, destinava 20% do fundo para a mesma finalidade.

A versão do relator também determina a reserva para idosos de 6% dos imóveis ofertados em programas habitacionais federais, bem como a obrigação de que tenham condições de acessibilidade. O substitutivo aprovado altera a Lei 11.124/05, que trata do Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS). O Poder Executivo deverá regulamentar a futura lei, se for aprovada, fixando parâmetros para os potenciais beneficiários.

“Para a pessoa idosa, a casa tem importância além de necessidades objetivas de abrigo. Incorpora significados, memórias e apegos que, quando cultivados, contribuem para o envelhecimento saudável”, disse Fruet. O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Publicado em 02/08/2021

ADH-PI inicia programa Regularizar em Teresina

Objetivo é promover a regularização fundiária

A Agência de Desenvolvimento Habitacional do Piauí (ADH-PI) anunciou o início da execução do Programa Regularizar nos conjuntos habitacionais da capital do Estado. O programa é uma parceria do Governo do Estado, por meio da ADH-PI, Tribunal de Justiça do Piauí e municípios piauienses e tem por finalidade promover a regularização fundiária das áreas e unidades habitacionais dos conjuntos, empreendimentos e ocupações consolidadas existentes no estado.

Foram realizadas várias plenárias de apresentação do programa Regularizar, criado pela Diretoria de Regularização. As ações do Regularizar beneficiarão os titulares dos contratos de financiamento habitacional plenamente quitados dos imóveis que integram os conjuntos construídos pela extinta Cohab, Iapep, BEP e ADH, localizados em Teresina e outras cidades piauienses. Segundo a assessoria de comunicação da ADH-PI o Regularizar pretende formalizar títulos de propriedade de imóveis para mais de 60 mil beneficiários espalhados em todo o estado e funcionará com base na Lei 13.465 de 2017 e o Decreto Federal 9.310 de 2018. No Piauí, existe o Provimento nº 36/2019 da Corregedoria do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, que institui o Programa Regularizar.

“É com base nesta nova legislação que o programa Regularizar vai ajudar o mutuário a conseguir realizar o seu sonho de ter em mãos o título definitivo de registro do seu imóvel. A outra novidade nesta área é a parceria com empresas credenciadas para fazer o trabalho de regularização fundiária urbana, com isso o processo será bem mais rápido”, afirmou a Diretora-Geral da ADH-PI, Gilvana Gayoso. Ao todo, foram credenciadas onze empresas.

Publicado em 02/08/2021

Portabilidade do financiamento imobiliário tem alta de 144,1% em março, se comparada ao mesmo mês do ano anterior

Sucesso da portabilidade depende de vários fatores. Especialistas recomendam pesquisa

A portabilidade do financiamento imobiliário registrou uma alta de 144,1% em março, segundo reportagem publicada pelo jornal Extra. Segundo apurou o jornal, em março de 2020 foram registrados 3.606 pedidos de portabilidade de crédito imobiliário somando Sistema Financeiro Habitacional (SFH), com juros limitados, e Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) — bancado com recursos próprios dos bancos e taxas definidas pelo mercado, enquanto em março deste ano foram 8.803 solicitações.

Especialistas ouvidos pelo jornal disseram que o mutuário não deve descartar a opção da portabilidade, mesmo com a recente alta da taxa básica de juros e as perspectivas de novos aumentos. Segundo eles, os juros ainda estão muito distantes dos dois dígitos registrados em um passado recente, e uma boa pesquisa poderá trazer benefícios para o consumidor.

Ouvido pelo jornal, o Professor de Finanças do Insper, Ricardo Rocha, disse que o sucesso da portabilidade  “depende do tempo que resta até o vencimento e da taxa que foi contratada em relação à taxa atual. A portabilidade vale sempre a pena se o consumidor consegue reduzir sua taxa. Qualquer percentual que a pessoa consiga reduzir já é uma vantagem, especialmente quando ainda falta muito tempo para o vencimento”.

Também consultado, o Professor do MBA de Finanças do Ibmec-RJ, Gilson Oliveira, lembrou que o mutuário deve avaliar o Custo Efetivo Total (CET) da transação. “Ele tem que verificar qual é o CET nas duas instituições, porque muitas vezes a instituição informa uma taxa que seria inferior a que está contratada, mas podem ter taxas adicionais como administração, seguro do imóvel e tarifas que elevam o custo do financiamento. Em muitos casos, o mais indicado é permanecer no banco de origem e tentar renegociar a dívida, já que na prática não é preciso fazer portabilidade para obter melhores taxas. Se a pessoa vai para outra instituição, terá que pagar outra vistoria do seu imóvel. Isso é um custo muito importante porque, normalmente, ele é pago de forma imediata. Ainda há novos custos com cartório”, disse ele.

Publicado em 02/08/2021

Paraná recebe mais de R$ 24 milhões do Governo Federal para dois projetos que beneficiarão 446 famílias

Os projetos selecionados são: a urbanização das vilas Ferrovila e Palmeiras, em Curitiba, e Jardim Modelo, em São José dos Pinhais

A Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-Curitiba) teve dois projetos selecionados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, com investimentos que ultrapassam os R$ 24 milhões e que garantirão benefícios para 446 famílias. O Prefeito do município, Rafael Greca, assinou, no início de julho, portaria que autorizou a liberação de recursos do programa Pró-Moradia, do Governo Federal, para o Paraná.

Os projetos selecionados pelo Programa Pró-Moradia foram a urbanização das vilas Ferrovila e Palmeiras, em Curitiba, e Jardim Modelo, em São José dos Pinhais. A cerimônia de assinatura da portaria, realizada no Palácio Iguaçu, contou com a participação do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho; do Secretário Nacional de Habitação, Alfredo Santos, e do Governador do Paraná, Ratinho Júnior.

“Curitiba e São José dos Pinhais se habilitaram rapidamente com bons projetos, demonstrando eficiência na administração pública. Desde que iniciei meu trabalho no serviço público, Curitiba sempre foi no cenário nacional uma referência de corretas políticas públicas, principalmente na organização espacial da cidade”, destacou o Ministro, durante o evento. “O Ministério do Desenvolvimento Regional se mostra preocupado com as comunidades que vivem em situação de risco social e nós estamos orgulhosos em estar entre as primeiras cidades a contar com estes valiosos recursos para melhorar a vida de nossa população”, afirmou o Prefeito de Curitiba.

Segundo o Governador Ratinho, “a questão habitacional é um desafio a ser encarado de maneira contínua”. Ele pontuou que as propostas selecionadas incluem serviços de infraestrutura urbana, construção de moradias, regularização fundiária e serviço social. A urbanização da Ferrovila, no bairro Guaíra, por exemplo, receberá 13,4 milhões do Governo Federal, com contrapartida de R$ 3,5 milhões de recursos municipais. O investimento total de R$ 16,9 milhões vai garantir benefícios para 305 famílias, das quais 56 que vivem em situação de risco serão contempladas com a construção de novas moradias – todas com placas fotovoltaicas do programa municipal Cohab Solar.

Da Vila Palmeiras, no Tatuquara, informou a Cohab Curitiba, deverão ser beneficiadas 141 famílias – 113 com regularização fundiária e 28 devem ser transferidas para novas moradias. O projeto foi selecionado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para receber R$ 6,04 milhões – recursos do programa Pró-Moradia, enquanto a Prefeitura entra com a contrapartida de R$ 1,42 milhão. “Todas as novas casas serão equipadas com placas fotovoltaicas, que transformam a radiação solar em energia elétrica, garantindo grande economia para as famílias beneficiadas”, destacou o Presidente da Cohab-Curitiba, José Lupion Neto.

Publicado em 02/08/2021

Receita Federal institui o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB)

Ferramenta integra o fluxo dos registros públicos ao fluxo dos dados fiscais, cadastrais e geoespaciais dos imóveis

Por meio da Instrução Normativa da Receita Federal nº 2.030, de junho de 2021, a Receita Federal instituiu o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB). Trata-se do novo cadastro integrador de imóveis urbanos e rurais, que faz parte do Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais, o Sinter. Segundo a Receita, a ferramenta integra, em banco de dados único, o fluxo dos registros públicos ao fluxo dos dados fiscais, cadastrais e geoespaciais dos imóveis, produzindo informações atualizadas e confiáveis para a gestão pública.

O CIB atribuirá um código de identificação para cada unidade imobiliária e seus dados básicos estarão disponíveis no Sinter, por meio da “Consulta Descritiva e Gráfica da Inscrição no CIB”, a e-CIB. O projeto permitirá, pela primeira vez, a obtenção de um inventário de imóveis no Brasil com tratamento georreferenciado, tornando possível, entre outras análises, visualizar a localização geoespacial do imóvel. Em outras palavras, cada imóvel poderá ser devidamente localizado em um mapa.

As informações dos imóveis urbanos serão então enviadas ao CIB pelos cadastros imobiliários municipais, enquanto as informações dos imóveis rurais serão fornecidas pelo Cadastro Nacional de Imóveis Rurais – CNIR. As tecnologias de georreferenciamento são úteis para otimizar a vida das pessoas e das organizações, e é uma realidade na administração pública de várias cidades com projetos inteligentes.

A partir de um sistema geodésico – parte da ciência que determina a forma e as dimensões da Terra ou uma parte da sua superfície – o componente espacial associa, a cada entidade ou fenômeno, uma localização, em um determinado período de tempo. O georreferenciamento de imóveis dá mais exatidão à localização e aos limites dos imóveis, utilizando uma mesma referência de medição, solucionando problemas que dificultam a legalização e transação dos imóveis, além de permitir um melhor planejamento territorial por parte da administração pública.

No art. 5º, a IN n°2.030/2021 que institui o CIB especifica que o código será atribuído a toda unidade imobiliária, independentemente de existir matrícula no registro de imóveis do município ou do título de domínio exercido pelo titular da unidade. A inscrição no CIB, portanto, de acordo com a IN, é separada do registro e não gera qualquer direito de propriedade, domínio útil ou posse. Segundo o Ministério da Economia, para a concepção do projeto, a Receita Federal trabalhou com equipes de cadastros imobiliários das prefeituras de Belo Horizonte/MG, Campinas/SP e Fortaleza/CE.

Publicado em 02/08/2021

Governo de Goiás credencia construtoras para reforma e melhoria de habitações em 152 municípios

4.550 moradias serão atendidas, com investimento estadual de R$ 90 milhões

O Governo de Goiás iniciou, na segunda quinzena de julho, o credenciamento de empresas de construção civil interessadas em prestar serviços de reforma, melhoria, ampliação e/ou conclusão de obras em 4.550 moradias de interesse social, em 152 municípios goianos. Segundo a Agência Goiana de Habitação (Agehab), serão disponibilizados cerca de R$ 90 milhões, do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege).

“Vamos romper as desigualdades regionais e dar aos mais pobres cidadania e dignidade”, disse o Governador Ronaldo Caiado, em visita diversos canteiros de obras, quando viu unidades habitacionais aptas a serem reformadas. Segundo a Agehab, o credenciamento de empresas é uma das fases das ações do programa Goiás Social, lançado recentemente pelo Governo de Goiás, abarcando todas as áreas de atendimento à parcela da população goiana com maior vulnerabilidade social.

O programa inclui várias frentes de trabalho, desde a contratação de novas moradias para famílias sem condições de habitação digna; regularização de imóveis já existentes, mas ilegais; construção de equipamentos comunitários, como praças, escolas de educação infantil e centros de convivência; além de reforma e melhoria de casas precárias já habitadas, caso atendido por este edital. “Nosso trabalho é incansável e vem sendo realizado em ações habitacionais diversificadas”, esclareceu o Presidente da Agehab, Lucas Fernandes.

Fernandes explicou que com as reformas serão atendidas famílias de baixa renda que já possuem imóveis, mas que não têm condições de habitação e nem de arcar com custos para melhorá-los. Em outra etapa de trabalho, também já em andamento, serão contratadas empresas de arquitetura e engenharia que ficarão responsáveis pelos projetos a serem executados pelas empresas que agora estão sendo chamadas. O valor investido nessa fase soma R$ 6,1 milhões, informou. “No caso da reforma, ao mesmo tempo em que estamos chamando empresas para prepararem os projetos, já estamos também providenciando essa seleção das que vão executá-los”, explicou o Presidente.

Publicado em 02/08/2021

Os juros do crédito imobiliário começaram a subir

Santander é o primeiro que ajusta sua taxa mínima para financiamento da casa própria

Os juros do crédito imobiliário começam a subir no Brasil, e um sinal disso foi dado primeiramente pelo Santander, na primeira quinzena de julho, quando passou a taxa mínima para financiamento da casa própria de 6,99% para 7,99%. A expectativa do mercado é que os outros bancos também promovam um pequeno ajuste para cima nos preços do financiamento habitacional.

Segundo os especialistas, os bancos já estavam praticando uma espécie de elevação branca, sem mexer, no entanto, nas taxas iniciais. Os critérios para a concessão de crédito imobiliário têm sido mais rigorosos do que o de costume, e aos clientes com “score” mais baixo são oferecidas taxas mais elevadas. No Itaú Unibanco, por exemplo, a taxa chega a 7,3% para clientes com perfil mais arriscado, apurou, em uma reportagem sobre o assunto, o jornal Valor Econômico.

O Santander justificou o reajuste da taxa de juros: “o atual ciclo de elevação da Selic afeta a curva de juros no longo prazo, influenciando as taxas do financiamento imobiliário”, limitou-se a informar o banco. Mas especialistas dizem que o banco foi o primeiro a praticar o reajuste porque é, entre os bancos privados, o que tem menos poupança comparativamente a Bradesco e Itaú Unibanco. Segundo eles, com menos funding para o crédito habitacional, aliado a um forte crescimento da demanda, ao banco não restou outra atitude senão elevar a taxa.

Para o CEO da plataforma de contratação de crédito imobiliário CrediHome, Bruno Gama, “entre o fim do ano e começo de 2022 os bancos devem passar a rodar com taxa entre 7% e 8% ao ano. Se a Selic passar dos 7%, as taxas praticadas pelos bancos podem subir acima dos 8%”. Assim como Gama, o CEO do serviço de comparação de crédito imobiliário Melhortaxa, Paulo Chebat, disse ao jornal Valor Econômico que avalia a possibilidade de ocorrer um aumento maior, para a faixa entre 8% e 8,5%, mesmo com uma taxa básica de 6,5% ao fim de 2021. “Os bancos têm mantido um ‘spread’ de cerca de dois pontos percentuais em relação à Selic”, disse. Caso a taxa de política monetária supere os 7%, Chebat projeta também aperto maior nos custos do crédito imobiliário por parte dos bancos para o intervalo de 8,5% a 9%.

Já a Presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Cristiane Portella, disse que tudo leva a crer que os ajustes das taxas do crédito imobiliário para cima serão necessários. “Ainda assim, tendem a permanecer em patamares baixos historicamente, quase a metade do que era praticado em 2015, por exemplo”, garante ela. As curvas de juros de 10 anos estão girando em torno de 9% e, para que tenhamos taxas como as do início do ano, temos de voltar para patamares de 5% a 5,5% nas curvas de 10 anos, como vimos um ano e meio atrás” completou a executiva, pontuando que os preços atuais, mesmo com as altas recentes, continuam abaixo do patamar visto em 2014, se for descontada a inflação no período.

Publicado em 02/08/2021

Bradesco também anuncia aumento do juros da casa própria

Banco eleva taxa de juros na modalidade atrelada à TR, com aumento de 0,2 ponto percentual

O Bradesco seguiu o mesmo caminho adotado pelo Santander e anunciou o aumento da sua taxa de juros do financiamento imobiliário no fechamento da primeira quinzena de julho. O banco elevou sua taxa de juros na modalidade atrelada à TR, com aumento de 0,2 ponto percentual em todas as categorias de clientes. Isso significa que os juros, agora, saem de 7,3% a.a. para clientes com menos relacionamento com o banco, na categoria Classic, ante 6,9% a.a. até então. Para os clientes Prime, os juros partem de 6,9%. Para os clientes Exclusive, os juros estão em 7,1% a.a. O Bradesco ainda oferece a linha atrelada à Poupança, cuja taxa de juro é de 3,95% a.a. mais a remuneração da poupança (que atualmente é de 70% da Selic). A instituição informou que tem taxas a partir de TR + 6,90 % a.a., chegando à máxima de TR + 7,30 % a.a. e que as demais condições, que incluem comprometimento de renda em 30% da renda familiar, quota de financiamento de 80% e o prazo de até 360 meses permanecem inalteradas.

Publicado em 02/08/2021

Cohapar inicia construção de 71 casas em Jardim Alegre

Empreendimento deve ficar pronto no final de 2022. Investimentos chegam a R$ 5,3 milhões

O Governo do Estado do Paraná anunciou, no começo de julho, o início da construção de 71 casas populares em Jardim Alegre, na região do Vale do Ivaí. O empreendimento deve ficar pronto no final de 2022, e as unidades habitacionais serão financiadas pelo Programa Casa Fácil, da Companhia de Habitação do Paraná – Cohapar, para famílias com renda até seis salários mínimos.

A Cohapar informou que um dos diferenciais do programa são as condições de pagamento facilitadas, que incluem a isenção de cobrança de entrada e juros menores que os de mercado, cujo financiamento pode ser quitado em até 360 meses. O projeto também conta com a doação dos terrenos pela administração municipal, o que ajuda a baratear ainda mais os custos dos imóveis para as famílias selecionadas. Segundo a Chefe Regional da Cohapar Elisângela Araújo, serão investidos no empreendimento R$ 5,3 milhões.

Os interessados devem se inscrever no cadastro de pretendentes da empresa. Além do limite da renda familiar de até seis salários mínimos, os interessados não podem ser proprietários de algum imóvel. É possível tirar dúvidas junto a regional da Cohapar de Umuarama pelo telefone (43) 3308-3150, que também funciona como WhatsApp. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h.

Publicado em 02/08/2021

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