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Prognum Informática

Informações relevantes do mercado do Crédito Imobiliário

Notícias - Julho de 2021

SCCI Corp 9.21: emissão mensal de boletos e débito em conta está mais de 30% mais rápida, em média

Módulo de Importação e Exportação do CorpWeb permite, agora, implantação de até 5 mil contratos simultaneamente

A versão 9.21 do SCCI Corp - Sistema de Controle de Crédito Imobiliário, com distribuição para os clientes em 5 de julho, traz como destaque uma importante otimização na emissão mensal de boletos e débito em conta. Essa funcionalidade ficou mais de 30% mais rápida, em média, segundo testes internos realizados pela Prognum Informática.

Além disso, a rotina de cálculo de amortização extraordinária também está sendo revisada, e já nesta versão o usuário poderá optar pelo valor a amortizar, com redução de prazo, calculado pelo VA (valor atual da prestação), pelo VP (valor presente) ou pelo VAP (valor da amortização X prazo a reduzir). Essa implementação traz ainda mais flexibilidade à ferramenta.

A versão 9.21 traz, também, uma importante implementação no CorpWeb, especificamente no módulo de Importação e Exportação. A partir de agora, o usuário do sistema poderá implantar, a partir de uma planilha eletrônica e de uma só vez, lotes com até cinco mil contratos. Isso só é possível porque o processamento passou a ser feito em background (segundo plano).

Até a versão passada e dependendo do número de contratos a serem importados, esse processamento não era simultâneo. “Esse processo, embora um pouco mais limitado, já era possível no CorpWeb, mas a partir desta versão essa operação será muito mais rápida porque o usuário poderá, a partir de uma planilha eletrônica, incluir até cinco mil contratos simultaneamente, o que dá muito mais celeridade e eficiência à ação, pois evita que o usuário tenha que digitar todos os dados de cada contrato e possíveis erros decorrentes dessa transcrição”, explica Kleber Pereira, Coordenador de Análise de Requisitos da Prognum Informática.

Outra novidade da versão 9.21 refere-se ao Módulo de Produção, onde são executadas importantes rotinas diárias e mensais, como as de emissão de boletos das prestações, cobrança e fechamento contábil, entre outras. Nesta versão foi implementada uma funcionalidade para que a rotina de processamento tenha prosseguimento mesmo que venha a ocorrer, eventualmente, a interrupção de uma de suas fases.

“Há fases que, se não completadas, não comprometem a sequência de um batch de processamento, já que podem ser corrigidas depois, sem que gerem maiores consequências. Um bom exemplo é a emissão de um conjunto de relatórios. O travamento ou interrupção de um deles não afeta o resultado dos demais. Ainda assim, nesses casos o processamento, até agora, era integralmente interrompido. Mas agora o usuário pode configurar quais fases não são críticas e, portanto, não devem interromper o processamento, que seguirá normalmente, ainda que uma dessas fases seja interrompida ou não seja adequadamente finalizada”, explica Kleber.

Segundo ele, o processamento de vários relatórios pode ter continuidade, mesmo que um deles tenha sido abortado ou anormalmente finalizado, mas isso não irá acontecer, por exemplo, na emissão de boletos de pagamento caso o programa responsável pela geração das informações que estarão nele contidas for cancelado. “É o usuário quem identificará qual rotina deverá ou não cancelar todo o processamento. Essa implementação traz mais eficiência porque não haverá interrupção de toda a rotina por conta do travamento de uma dessas fases não indispensáveis ao processo”, resume o Coordenador.

Publicado em 01/07/2021

Rodobens e Ailos contratam soluções da Prognum Informática

48 clientes utilizam, hoje, os sistemas da empresa, entre agentes financeiros, companhias hipotecárias, cooperativas e similares, gestoras, incorporadoras e securitizadoras

O Banco Rodobens e a Ailos Sistema de Copoperativas de Crédito são os dos mais novos clientes a utilizarem as soluções da Prognum Informática. Assim, a empresa passa a atender 48 clientes, entre agentes financeiros, companhias hipotecárias, cooperativas e similares, gestoras, incorporadoras e securitizadoras. A Rodobens é uma das maiores administradoras independentes de consórcio e um dos maiores grupos de concessionárias de automóveis e veículos comerciais do Brasil, cujo banco oferece linhas de crédito e condições especiais para a aquisição de veículos, imóveis e empréstimos pessoais, além de soluções de leasing, locação e corretagem de seguros. São 70 anos de história. Já a Ailos tem forte atuação em mais de 80 municípios no Sul do país, por meio de 13 cooperativas, com mais de um milhão de cooperados, mais de R$ 8 bilhões de crédito e um patrimônio líquido de mais de R$ 2 bilhões, e também oferece crédito imobiliário.

Publicado em 01/07/2021

Abecip: Crédito imobiliário do SBPE avança 127% nos primeiros cinco meses de 2021

Segundo a entidade, os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do SBPE atingiram R$ 17,47 bilhões em maio

A Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) divulgou que os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 17,47 bilhões em maio de 2021, maior volume nominal mensal registrado em um mês de maio na série histórica iniciada em 1994. “O montante superou em 4,6% o registrado em abril e, comparado a maio do ano passado (R$ 7,13 bilhões), foi 144,9% maior. Nos primeiros cinco meses de 2021, o montante financiado somou R$ 77,38 bilhões, alta de 127% em relação a igual período do ano passado. Em 12 meses, entre junho de 2020 e maio de 2021, o montante financiado somou R$ 167,28 bilhões, alta de 96,5% em relação ao período anterior. Foram financiados em maio de 2021, nas modalidades de aquisição e construção, 73,2 mil imóveis, resultado 4,3% maior que o de abril. Comparado a maio de 2020, observou-se alta de 194,6%. Entre janeiro e maio de 2021 foram financiados, com recursos da poupança SBPE, 331,8 mil imóveis, 160,1% mais do que em igual período de 2020. Em 12 meses, entre junho de 2020 e maio de 2021, foram financiados com recursos da poupança SBPE 630,98 mil imóveis, resultado 98% superior ao do período precedente (318,61 mil unidades)”, informou a Abecip, por meio de nota.

No primeiro quadrimestre do ano, o crédito imobiliário do SBPE avançou 122%. Em abril, informa a Abecip, os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas chegaram a R$ 16,7 bilhões.  Trata-se, segundo a entidade, do terceiro maior volume nominal mensal da série histórica iniciada em 1994.

Em nota oficial, a entidade divulgou que “embora o montante tenha sido 9,6% inferior ao registrado em março, comparado a abril do ano passado (R$ 6,70 bilhões) foi 149,2% maior, revelando que a atividade do crédito imobiliário continua muito forte. O dinamismo dos financiamentos também ficou evidente nos primeiros quatro meses de 2021, quando o montante financiado de R$ 59,91 bilhões cresceu 122,3% em relação a igual período de 2020. A preservação de razoável ritmo de atividade econômica contribuiu para esses dados. No acumulado de 12 meses, entre maio de 2020 e abril de 2021, o montante financiado somou R$ 156,94 bilhões, alta de 85,5% em relação ao período anterior. Foram financiados em abril de 2021, nas modalidades de aquisição e construção, 70,1 mil imóveis, resultado 15,2% menor que o de março. Comparado a abril de 2020, observou-se alta de 196,7%. No primeiro quadrimestre de 2021, os recursos da poupança do SBPE permitiram financiar 258,6 mil imóveis, resultado 151,8% superior ao de igual período de 2020. Em 12 meses, entre maio de 2020 e abril de 2021, foram financiados pela poupança do SBPE 582,65 mil imóveis, resultado 84% superior ao do período precedente, quando o crédito abrangeu 316,6 mil unidades”.

Publicado em 01/07/2021

Bolsonaro anuncia fim da cobrança de laudêmio e outras taxas patrimoniais

Medida deve beneficiar em torno de 600 mil imóveis inscritos em regime de aforamento e ocupação em todo o país

Proprietários de terrenos de marinha e interiores e ocupantes regulares de imóveis da União que adquirirem o domínio pleno das propriedades ficarão livres da cobrança de taxa de laudêmio e outras taxas patrimoniais. O anunciou foi feito pelo próprio Presidente Jair Bolsonaro, ao informar que a Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU), do Ministério da Economia, lançará a remição de foro digital e regulamentará a Proposta de Manifestação de Aquisição (PMA) até outubro de 2021.

Segundo cálculos do governo, a medida beneficiará, até o ano que vem, em torno de 600 mil imóveis inscritos em regime de aforamento e ocupação em todo o país. Parte integrante do Programa SPU+, a medida tem por objetivo ativar a economia, por meio da contabilização de R$ 110 bilhões em imóveis da União.

A remição de foro digital será feito por meio do aplicativo SPUApp e possibilitará a compra do domínio total de cerca de 300 mil imóveis em terrenos de marinha e interiores. Os ocupantes detém apenas 83% dos imóveis e, assim, poderão adquirir os 17% restantes da União, com desconto de 25% para aqueles que optarem pelo pagamento à vista. Aderindo à remição, o proprietário ficará livre de pagar as taxas de laudêmio e do foro anual.

“Esse projeto da remição de foro será iniciado no Rio de Janeiro, nos bairros de Copacabana e Leme. A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida por fatores históricos, sociais, econômicos, turísticos e culturais. Em todo o Brasil, mais de um milhão de pessoas devem ser beneficiadas”, disse o Secretário de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, Mauro Filho.

Publicado em 01/07/2021

Caixa autoriza nova pausa ou redução do pagamento da prestação da casa própria por até seis meses

Mutuário poderá solicitar pausa ou redução se comprovar perda de renda

A Caixa deu, no início de junho, uma boa notícia para aqueles que têm financiamento habitacional em andamento com o banco e estão com dificuldades financeiras por conta da pandemia do novo coronavírus: quem está recebendo auxílio emergencial ou seguro-desemprego poderá solicitar a suspensão total do pagamento das prestações pelos próximos seis meses.
Os clientes que mantém financiamento habitacional e tiveram renda reduzida poderão solicitar redução de até 25% no valor da prestação por até seis meses e de 25,01% a 74,99% de redução do valor por até três meses. É preciso apresentar uma autodeclaração de perda de renda. Quem comprová-la por documento poderá solicitar uma redução acima de 75%, desde que não esteja recebendo seguro-desemprego ou auxílio emergencial.
“Queremos ajudar a população nesse momento sensível”, disse o Presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Vale pontuar que os valores reduzidos ou suspensos serão diluídos ao logo do financiamento, sem que o tempo de contrato seja ampliado. A redução ou suspensão do pagamento deve ser solicitada por meio do aplicativo da Caixa ou pelo telefone 08001040104.

Publicado em 01/07/2021

Santander avança no home equity, com crescimento de 74% no primeiro trimestre do ano

Segundo o banco, sua carteira no segmento é hoje de R$ 2,6 bilhões

O Santander Brasil está colhendo os frutos de um pesado trabalho para ocupar um lugar de destaque no mercado de home equity brasileiro. O banco anunciou que fechou o primeiro trimestre deste ano com um festejado crescimento de 74% nas contratações de financiamento pessoal com garantia de imóvel. O banco não quis revelar o total liberado no período, mas informou que sua carteira no segmento chegou a R$ 2,6 bilhões, o que representa 22% do mercado.

O Santander oferece empréstimos com taxas de 0,95% ao mês, sem correção, e pagamento em até 20 anos, na modalidade home equity. Esta é uma de suas principais apostas para avançar ainda mais no ramo imobiliário. Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), é um mercado em franca expansão. A entidade informa que a carteira do setor ficou estagnada em torno dos R$ 10 bilhões por anos seguidos, mas voltou a crescer a partir de 2020, chegando, hoje, a R$ 11,8 bilhões.

Publicado em 01/07/2021

Itaú BBA lança linha de financiamento para estimular sustentabilidade no setor da construção civil

Linha Plano Empresário verde oferece taxas de juros menores para aqueles que reduzirem consumo de água e energia e se certificarem

O Itaú BBA anunciou no início de junho o lançamento de uma linha de financiamento para estimular a sustentabilidade no setor de construção, considerado um dos mais poluentes do mundo. A linha chama-se Plano Empresário Verde, e oferece taxas de juro menores para construtoras e incorporadoras que reduzirem em 20% o consumo de água, energia e energia embutida em materiais, e conseguirem a certificação Edge (sigla em inglês para “excelência em design para maior eficiência”), fornecida pela International Finance Corporation (IFC), o braço de investimentos Banco Mundial no setor privado.

O banco informou que a linha está disponível para novas construções e reformas (retrofit) de empreendimentos residenciais e comerciais, incluindo shoppings e galpões. Não foi definida uma quantia para financiamento por meio desta linha, e os primeiros projetos contemplados serão da região metropolitana de São Paulo. Segundo noticiou o jornal Valor Econômico, “a construtora, ao aderir à linha e alcançar a certificação preliminar Edge, contará com uma redução na taxa originalmente contratada. O projeto será auditado periodicamente pelo banco e pela IFC. Ao todo, serão realizadas quatro verificações durante a obra para checar o andamento do trabalho, segundo estratégias definidas para construção sustentável. Se em algum momento for verificado que a meta de 20% de economia não será atingida, o benefício da taxa de juros é eliminado, a empresa pagará uma penalidade de 1% ao fim do projeto e não terá o selo Edge”

- À medida que a gente for entendendo um pouco melhor a aceitação, a escalabilidade do projeto, vamos fazer uma oferta mais abrangente. O que a gente quer é dar o direcionamento correto para o processo produtivo, para que o setor de construção seja mais eficiente, traga mais valor para a sociedade, com o cuidado ambiental - disse Miltom d’Avila, Superintendente do segmento imobiliário do Itaú BBA, revelando que, em um primeiro momento, serão atendidas construtoras que já são clientes do banco.

Publicado em 01/07/2021

Cohab Curitiba oferece 453 imóveis para inscritos com renda mensal a partir de R$ 1,6 mil

Inscritos receberam convocação por e-mail, com link para um vídeo explicativo sobre as unidades ofertadas e requisitos para aquisição

A Companhia de Habitação Popular de Curitiba convocou mais de dois mil inscritos na fila da casa própria para a oferta de 453 imóveis em parceria com a iniciativa privada. A oferta foi feita para aqueles que têm renda mensal a partir de R$ 1,6 mil. Por conta da pandemia do novo coronavírus, os inscritos receberam a convocação por e-mail, com link para um vídeo explicativo sobre as unidades ofertadas e requisitos para aquisição.

“A demanda por moradia continua, não podemos parar as convocações, todavia estamos trabalhando de forma a priorizar a saúde dos cidadãos convocados e também dos colaboradores. Por isso a Cohab optou pelas convocações virtuais”, explicou o prefeito de Curitiba, Rafael Greca. Os inscritos que receberam o e-mail também tiveram acesso a um formulário para solicitar a simulação de valores junto ao agente financeiro.

Segundo a Cohab-Curitiba, estão sendo ofertadas 291 unidades habitacionais no Residencial Chácara das Parreiras (Umbará), 116 no Colinas do Norte (Santa Cândida), 29 no Residencial Chancellor (Campo do Santana), 10 no New Faivre (Centro), cinco no Vivah Ecoville (CIC), e duas no Residencial Safira (São José dos Pinhais). “O número de convocados é maior do que a quantidade de unidades disponíveis, pois muitas pessoas recusam a oferta em virtude da tipologia ou localização do empreendimento. Há também aqueles que possuem restrições cadastrais e não conseguem aprovar o financiamento”, esclarece o presidente da Cohab, José Lupion Neto.

Publicado em 01/07/2021

Cohapar lança nova modalidade do programa Casa Fácil para subsidiar custos de imóveis para 30 mil famílias

Companhia concederá algo em torno de R$ 450 milhões para subsidiar os custos dos imóveis financiados pelo Governo Federal

A Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) anunciou o lançamento de uma nova modalidade do programa Casa Fácil, que concederá em torno de R$ 450 milhões em recursos estaduais para subsidiar os custos de imóveis financiados pelo Governo Federal a cerca de 30 mil famílias paranaenses. Segundo a companhia, serão concedidos R$ 15 mil por família para custeio do valor de entrada de financiamentos imobiliários do programa Casa Verde e Amarela para as construtoras que firmarem parceria com a Cohapar. Com isso, pessoas que até então não tinham condições financeiras para aprovação de crédito poderão adquirir uma casa própria.

“Com este subsídio, o setor produtivo poderá trabalhar em projetos que atendam famílias de mais baixa renda e aumentar o volume de projetos em andamento e obras, gerando empregos, renda e fomentando a economia dos municípios paranaenses”, disse o Superintendente de Programas da Cohapar, Kerwin Kuhlemann.

Segundo o Presidente da entidade, Jorge Lange, a expectativa é concluir o firmamento da parceria com a Caixa Econômica, que financia os projetos do Casa Verde e Amarela. Com isso, um Chamamento Público será aberto às construtoras interessadas para que se habilitem e obtenham os benefícios estaduais em seus empreendimentos. “Vamos assinar nos próximos dias a parceria com a Caixa Econômica, nesta ação que representa o maior volume investido por um estado em habitação neste momento”, informa Lange. “Este é um programa construído junto com o setor produtivo e o Governo Federal e que vai contribuir com a retomada rápida da economia, com geração de emprego e produção de riquezas no setor da construção civil”, disse ele.

Publicado em 01/07/2021

Sicoob investe em seu marketplace e em programa de fidelidade

Coopera oferece taxas mais competitivas. Objetivo é faturar R$ 75 milhões em vendas até o fim do ano

Instituição financeira cooperativa, o Sicoob está investindo cada vez mais em seu marketplace digital, chamado de Coopera, oferecendo programa de fidelidade e e-commerce. O objetivo é oferecer aos clientes uma taxa mais competitiva do que a praticada pelo mercado, com o intuito de chegar a R$ 75 milhões em vendas até o final deste ano.

Segundo Jackson Duarte, Gerente de Fidelidade e Marketplace do Sicoob, as compras digitais dos cooperados do Siccob pularam de R$ 3,2 bilhões, em 2019, para R$ 4,7 bilhões, em 2020, muito por conta da pandemia do novo coronavírus.

- Com a pandemia, as compras digitais feitas por nossos cooperados passaram de. Com essa motivação e para estimular o engajamento de usuários e estimular vendas on-line de micro e pequenas empresas, lançamos o Coopera em janeiro. Até aqui, somamos R$ 25 milhões em vendas. Com a retomada da economia e concluída a fase piloto da plataforma, esperamos dar um salto – disse ele.

Primeiro, a Siccob criou um marketplace com grandes varejistas, mas agora está abrindo-o para os cooperados. Já no início do segundo semestre, o Coopera terá a solução completa montar uma loja digital para quem planeja vender pela internet. De acordo com Jackson, a taxa média cobrado do vendedor em marketplaces é de algo entre 15% e 17%, chegando, às vezes, até 23%, mas para os cooperados, a taxa fica entre 10% e 11,5%, dependendo do volume e do segmento de atuação. Para não cooperados, a taxa será de 13,5%.

Em cinco meses de operação, já são mais de dois milhões de participantes, 30% dos quais pessoas jurídicas. A meta é chegar, em dezembro, com três milhões de participantes.

- Como funciona como programa de fidelidade e recompensa dentro do nosso ecossistema, cada operação resulta em pontuação, que pode ser usada como crédito em fatura, para previdência e, futuramente, também para pagar compras – finaliza ele.

Publicado em 01/07/2021

Abramat puxa para cima expectativa de crescimento na venda de materiais de construção este ano

No acumulado dos últimos 12 meses, até maio, vendas cresceram 15,2%

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) informou que a venda de materiais de construção em 2021 podem superar as expectativas. A entidade trabalhava com um crescimento na ordem de 4% para o ano, mas começa a rever este número para cima. Segundo a entidade, em maio as vendas subiram 35,8% em relação ao mesmo mês de 2020. Em abril, foi apontada uma leve queda de 0,5%. Já o acumulado dos últimos 12 meses, até maio, demonstra uma alta de 15,2% na venda de materiais de construção. A Abramat diz que a expansão é fruto da abertura de novos canteiros de obras e do consumo das famílias, que estão fazendo mais reformas e consertos.

Publicado em 01/07/2021

IGMI-R/ABECIP aponta aceleração nos preços dos imóveis residenciais no resultado acumulado em 12 meses

Resultado de maio foi de 1,3%. No acumulado de 12 meses, índice foi de 8,15%

O IGMI-R/ABECIP apresentou um ligeiro aumento em maio (1,3%), em comparação a abril (1,2%), e uma aceleração no resultado acumulado em 12 meses (8,15% ante os 7,86% registrados no mês anterior). Segundo a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), esse desempenho reverteu a tendência de desaceleração no acumulado em 12 meses das seis leituras anteriores.

“As variações acumuladas em 12 meses do IPCA/IBGE apresentam aceleração desde meados de 2020, reduzindo os ganhos dos preços dos imóveis residenciais no Brasil em termos reais. A reversão da tendência de desaceleração do IGMI-R/ABECIP na mesma ótica em maio foi suficiente para praticamente equiparar os resultados dos dois indicadores, em termos das variações acumuladas em 12 meses. A única exceção dessa reversão da tendência de desaceleração no resultado acumulado em 12 meses entre as 10 capitais analisadas foi Porto Alegre, com 4,35% em maio ante 6,11% em abril. Fortaleza e Recife ainda se recuperam lentamente, com resultados acumulados em 12 meses de respectivamente 1,80% e 1,86%. O desempenho de São Paulo (13,64%) se mantém significativamente acima da média nacional, assim como do de Brasília, a capital com o segundo melhor desempenho acumulado em 12 meses (9,46%)”, informou a entidade.

A Abecip pontuou que em termos do sentimento dos empresários do setor de Construção de Edificações Residenciais, segundo a da Sondagem da Construção Civil do IBRE/FGV, os resultados em maio apontam por um lado uma piora na Evolução Recente da Atividade, mas, ao mesmo tempo, um sinal de reversão da tendência de queda na Demanda Prevista, em linha com o movimento dos preços nominais mencionado acima. “Os indicadores recentes de nível de atividade em geral apresentam surpresas no lado positivo, criando a expectativa de continuidade da retomada ao longo do segundo semestre, no contexto do avanço da imunização e consequente relaxamento de medidas de distanciamento social. O principal desafio para a tendência de negócios no setor imobiliário residencial nesse cenário continua sendo a disseminação dessa recuperação para todos os setores, e em última medida para as condições de emprego e renda”, completou a entidade.

Publicado em 01/07/2021

Governo de Goiás abre edital de licitação para construção de 4.450 moradias de interesse social

Recursos serão disponibilizados pelo Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás

O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), publicou no Diário Oficial do Estado, em 14 de junho, edital de licitação para contratar empresas do ramo da construção civil para produção de 4.450 moradias de interesse social nas 10 regiões de planejamento do Estado. Por determinação do Governador de Goiás, Ronaldo Caiado, os recursos para a construção dessas moradias serão disponibilizados pelo Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Fundo Protege), vinculado à Secretaria da Economia do Governo de Goiás. A previsão é que as primeiras moradias sejam entregues ainda este ano.

Também foram abertos os chamamentos públicos nº 004 e 005/2021 para credenciamento de empresas especializadas na prestação de serviços técnicos profissionais de execução de ensaios geotécnicos (sondagem e percolação do solo) e de topografia (levantamento planialtimétrico) em municípios localizados em todas as regiões de planejamento do Estado de Goiás. Outro chamamento público foi publicado para contratação de empresas de elaboração de projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social (Athis) – Lei Federal nº 11.888/2008 –, que assegura às famílias de baixa renda assistência técnica pública e gratuita para projeto e construção de habitação de interesse social. O investimento para reforma ou melhoria habitacional será de R$ 18 mil a R$ 25 mil por moradia.

O presidente da Agehab, Lucas Fernandes, disse esperar mobilizar os profissionais de engenharia e arquitetura do Estado para execução desse importante programa, que vai levar habitação para quem mais precisa. “É uma boa oportunidade de trabalho para pequenas construtoras e profissionais independentes que podem se unir. Estamos buscando apoio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-GO) e também do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (Cau-GO) para divulgação desses processos licitatórios”, afirmou ele.

Publicado em 01/07/2021

Credihome passará a oferecer crédito para incorporadoras e loteadoras de médio e pequeno porte

Objetivo é emprestar mais de R$ 426 milhões este ano, em 50 operações

A fintech Credihome anunciou a ampliação de sua atuação no mercado imobiliário. Além de emprestar dinheiro para pessoas físicas comprarem sua casa própria, passará a conceder financiamento para as construtoras construírem os empreendimentos. A fintech quer investir pesado na oferta de crédito para incorporadoras e loteadoras de médio e pequeno porte no interior do país, turbinando, assim, seus resultados.

A Credihome informou que seu programa piloto iniciado no ano passado é promissor, tendo recebido em torno de 300 consultas e realizado o primeiro financiamento, no valor de R$ 62 milhões. A meta, por ora, é emprestar mais de R$ 426 milhões, em 50 operações. Segundo a fintech, esse novo negócio poderá engrossar ainda mais sua carteira, que, de janeiro a maio originou nada menos do que R$ 859,5 milhões em crédito imobiliário, o equivalente a 72% do volume apurado no ano passado inteiro, de R$ 1,2 bilhão.

Publicado em 01/07/2021

Lançamentos de imóveis no Brasil cresce 38,8% no primeiro trimestre deste ano

Segundo Abrainc, nos 12 meses findados em março foram vendidas 144.688 unidades no país

No primeiro trimestre deste ano foram lançados 26.384 unidades no país, 38,8% a mais do que os lançamentos do mesmo período de 2020, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). De acordo com a entidade, as vendas no acumulado de janeiro a março deste ano chegaram a 34.823 unidades, um aumento de 21,4%. Já o total vendido nos 12 meses findados em março foi de 144.688 unidades, 27,1% a mais do que o dos 12 meses anteriores.

“Ninguém esperava que o mercado imobiliário teria o comportamento que teve na pandemia. Foi uma surpresa muito grande para economistas, empresários e investidores. O ambiente de negócios permanece propício, com grande atratividade para o investimento em imóveis em comparação com as aplicações financeiras tradicionais”, analisou o Presidente da Abrainc, Luiz França. Segundo ele, a baixa das taxas de juros dos financiamentos imobiliários e a disponibilidade de recursos no mercado explicam a atual demanda pela casa própria, mesmo em tempos de pandemia. Ele disse acreditar que os lançamentos podem crescer até 40% e as vendas 30%, até o final deste ano.

Publicado em 01/07/2021

Abrainc diz que as taxas de crédito imobiliário ainda estão em patamares baixos, apesar da alta dos juros

“O ambiente de negócios continua propício”, afirma a entidade, por meio de nota

Apesar dos aumentos sucessivos da taxa básica de juros (Selic), a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) garante que as taxas de crédito imobiliário continuam em patamares baixos, mantendo o setor atrativo tanto para investimentos como para aqueles que querem realizar o sonho da casa própria. "O ambiente de negócios continua propício, com grande atratividade para investimentos em imóveis em comparação com as aplicações financeiras tradicionais", disse, por meio de nota, Luiz França, Presidente da entidade.

Segundo a Abrainc, a perspectiva de recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) traz ainda mais confiança para o setor, fortalece a economia e contribui para o crescimento do emprego e da renda no Brasil. Segundo a entidade, o movimento de alta do Banco Central é "uma medida técnica da instituição para conter o avanço da inflação no país".

Publicado em 01/07/2021

Presidente da ADEMI-DF é reeleito para um segundo mandato

Eduardo Aroeira Almeida disse que entidade combaterá ocupações ilegais no DF

O empresário e engenheiro civil Eduardo Aroeira Almeida foi reeleito para o segundo mandato na presidência da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF). Almeida foi o primeiro presidente da Ademi-DF nascido em Brasília. Segundo ele, a entidade sempre foi pautada pela defesa da legalidade e segurança jurídica dos empreendimentos imobiliários e, justamente por isso, seu segundo mandato frente a associação será pautado pelo combate às ocupações ilegais.

“Uma coisa terrível que acontece na nossa cidade são essas ocupações ilegais. Por exemplo, o assentamento 26 de setembro (em Taguatinga): aquilo é um crime com as pessoas que moram lá. É um crime ambiental, pois está do lado de uma reserva. Está tudo errado ali. A destruição de áreas verdes é feita por ocupações ilegais. Exemplo é Vicente Pires. Durante muito tempo, não se conseguiu fazer loteamento privado. Somente a Terracap fazia os loteamentos, e não realizava na velocidade necessária para a demanda de moradia. Isso estimulou as pessoas a irem para locais ilegais. Então é essa nossa luta. A gente busca um mercado imobiliário legal, saudável e a redução dos entraves burocráticos. Isso ajuda muito para termos uma cidade bem planejada, porque, antes de fazer um bairro, se precisa de diversos estudos: urbanístico, impacto ambiental, de trânsito, de drenagem pluvial”, afirmou, em entrevista ao jornal Correio Brasiliense.

Publicado em 01/07/2021

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