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Prognum Informática

Informações relevantes do mercado do Crédito Imobiliário

Notícias - Novembro de 2021

SCCICorp 9.25 promove a otimização da rotina de implantação de contratos

Nova versão também apresenta mais funções no CorpWeb

A versão 9.25 do Sistema de Controle de Crédito Imobiliário (SCCICorp), com distribuição para os clientes da Prognum Informática em 5 de novembro, dá continuidade ao processo de otimização da ferramenta e implementações de funcionalidades no CorpWeb, a versão web do SCCICorp. Nesta versão 9.25, a rotina de implantação de contratos foi otimizada, tornando a ferramenta ainda mais produtiva.

O Presidente da Prognum, Sergio da Venda Vieira, explica que a implantação de contratos é feita inicialmente em uma base de simulação para, após validação de todas as informações, ser transferida para a base de produção. Até esta versão, qualquer alteração, por menor que fosse, implicava em nova e integral reavaliação de todos os dados do contrato para reconfirmação da inexistência de erros. Portanto, independente da alteração feita, o contrato era integralmente reanalisado, o que, consequentemente, demandava um tempo maior do que o necessário para a operação ser realizada.

- A partir de agora, essa operação passa a ser mais inteligente. A alteração será validada instantaneamente, caso não tenha impacto na parte de cálculos do contrato, como é o caso, entre outros exemplos, do acerto de um nome ou de um endereço. Isso trará um ganho de produtividade bastante significativo para o usuário. Uma operação que era realizada em  cinco ou dez segundos, agora será instantânea – explica Sergio.

A rastreabilidade de impressão de boletos no CorpWeb é a novidade da vez quando se fala em novas implementações no CorpWeb. Quando os boletos são impressos em uma gráfica, o sistema gera um boleto fictício, que é enviado para o emissor, para que se possa fazer o controle de qualidade da operação e medir o tempo de entrega pelos Correios. O sistema registra todo este trâmite, e isto já era feito pelo SCCICorp. A partir desta versão, o CorpWeb passa a oferecer tal possibilidade.

Além disso, funções específicas do Sistema de Gerenciamento de Empréstimos, para controle de crédito consignado, também foram migradas para o CorpWeb. “Temos nos dedicado intensamente a esse trabalho de migração, objetivando que o uso do SCCI Corp seja descontinuado e o CorpWeb possa ser utilizado em sua plenitude”, explica o Diretor Técnico da empresa, Marcus Marques da Rocha.

Publicado em 02/11/2021

Novo Programa de Estágio Prognum: estudantes estão sendo selecionados

Trata-se do segundo programa de estágio da empresa, desta vez com um convênio com o IFRJ para fornecimento de estagiários

Ao longo de novembro serão selecionados os dez estudantes que participarão do Novo Programa de Estágio Prognum, o segundo programa de estágio da empresa. A novidade é o convênio que a Prognum Informática e o campus de Niterói do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) firmaram, para fornecimento dos estagiários. O Instituto está selecionando alunos dos cursos de ensino médio técnico nas áreas de Administração e Informática, que serão encaminhados ao programa.

Segundo o Coordenador de Projetos, Documentação e Capacitação da Prognum Informática, Diego Santos Alecyr, o objetivo da empresa é renovar e oxigenar sua equipe e desenvolver uma nova geração de analistas na empresa. Juliana Benício, Professora do campus de Niterói e Coordenadora de Transferência de Tecnologia e de Propriedade Intelectual da IFRJ, disse que os alunos precisam de bons estágios, onde possam consolidar tudo o que aprenderam em sala de aula.

-  Este convênio com a Prognum Informática é excelente, um ótimo caminho para eles. Nossos alunos são extremamente bem capacitados, a infraestrutura é exemplar e o time de professores é do mais alto nível. Nosso ensino médio técnico tem uma formação de excelência, humanista, única e diferenciada, e por isso poderemos oferecer estagiários de excelente nível. Será uma troca muito proveitosa – garante a Professora.

De acordo com Alecyr, os estagiários trabalharão em períodos de quatro ou seis horas diárias, por ora em sistema home office, e terão direito a bolsa-auxílio, vale-transporte (quando houver deslocamento) e vale-refeição. Os estagiários devem assumir seus postos ainda em novembro ou no início de dezembro. Vale pontuar que alguns estagiários do primeiro programa foram efetivados pela Prognum Informática, e hoje fazem parte do corpo de colaboradores da empresa como profissionais.

Publicado em 02/11/2021

Equinix inaugura mega data center, que fornecerá uma capacidade de 14,4 MW

SP5x está localizado em Santana de Parnaíba, em São Paulo, e consumirá investimentos na ordem de US$ 116,4 milhões

A empresa global de infraestrutura digital Equinix acaba de inaugurar seu sétimo data center no Brasil, o primeiro de hiperscala nas Américas. O SP5x está localizado em Santana de Parnaíba, no Estado de São Paulo, e tem uma capacidade de aproximadamente 5 megawatts (MW), em uma primeira fase. Posteriormente, o data center deverá fornecer uma capacidade de 14,4 MW.

Segundo a Equinix, empresa que hospeda as máquinas da Prognum Informática, serão investidos US$ 116,4 milhões no mega data center. O objetivo é atender às necessidades de implantação de carga de trabalho de um grupo específico de empresas de hiperescala, incluindo os maiores provedores de serviços de cloud do mundo. A Equinix informou que as instalações do SP5x foram projetadas de acordo com os requisitos técnicos, operacionais e de preços dessas empresas, que exigem grandes quantidades de espaço e energia para suportar a enorme expansão de milhares de servidores para cloud, analytics de big data ou tarefas de armazenamento, ao mesmo tempo em que atendem aos compromissos de sustentabilidade do cliente e da empresa.

A empresa informou que o SP5x é um dos 32 data centers xScale planejados globalmente na joint venture com o GIC (fundo soberano de Cingapura), representando um investimento de aproximadamente US$ 6,9 bilhões e presença em países das Américas, Europa e Ásia-Pacífico. Na região, outros dois xScale estão previstos em São Paulo, além de um na Cidade do México. Os maiores provedores de cloud globais, incluindo Alibaba Cloud, Amazon Web Services, Microsoft Azure, Oracle Cloud e Google Cloud, contam com a plataforma em mais de 220 data centers para se conectar aos seus clientes e parceiros estratégicos.

Publicado em 02/11/2021

Home equity cresce 46% de janeiro a agosto, na comparação com o mesmo período de 2020

Segundo a Abecip, o volume de crédito deste tipo de operação somava R$ 12,139 bilhões em agosto

Tomar crédito oferecendo um imóvel como garantia - operação conhecida como home equity - está cada vez mais comum no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip), o valor das concessões desta modalidade de crédito no país cresceu 46% de janeiro a agosto, na comparação com o mesmo período de 2020. Até agosto, aponta a entidade, o volume de crédito somava R$ 12,319 bilhões.

Trata-se de um bom negócio para todos: o imóvel oferecido como garantia diminui o risco de inadimplência, o que é bom para o agente financeiro, e permite taxas de juros mais baixas, o que é bom para o tomador do empréstimo.  “Está havendo um maior conhecimento sobre a modalidade de crédito e um maior apetite por parte das instituições financeiras em emprestar por meio dela”, garante a Presidente da Abecip, Cristiane Portella. Segundo a executiva, o valor médio dos empréstimos desta modalidade está entre R$ 160 mil a R$ 170 mil. Em geral, o teto do empréstimo é de até 60% do valor do imóvel utilizado como garantia.

A Vice-Presidente da unidade Home da Creditas, Maria Teresa Fornea, disse que a linha tem sido procurada por pessoas que querem trocar dívidas mais caras, como as do cartão de crédito e do cheque especial, pela do home equity. A Creditas observou a procura pelo financiamento aumentar 50% no primeiro semestre deste ano. “Tem crescido muito o uso para reforma e para capital de giro. Antes, tínhamos um perfil bem maior de assalariados. Mas, hoje, o contingente de pequenos empresários que usa esse tipo de produto é crescente, justamente pelo período de pandemia que a gente passou, quando muitos dos pequenos negócios precisaram de crédito”, disse Maria Teresa, ao jornal O Globo.

Publicado em 02/11/2021

Mercado imobiliário em resultado menor no terceiro trimestre do ano

Relatórios operacionais das maiores incorporadoras apontam crescimento das vendas líquidas de apenas 1,7%

Após sucessivos resultados muito positivos, o mercado imobiliário brasileiro ampliou o número de lançamentos no terceiro trimestre do ano, mas as vendas líquidas não cresceram na mesma proporção. Relatórios operacionais preliminares das maiores incorporadoras do Brasil mostram que os lançamentos cresceram 19,2%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, mas as vendas líquidas cresceram apenas 1,7%. Neste terceiro trimestre do ano, foram lançados R$ 9,023 bilhões e as vendas chegaram a R$ 7,090 bilhões.

Os dados são provenientes das 14 incorporadoras listadas na Bolsa de Valores que já divulgaram suas prévias operacionais: Cury, Direcional, MRV, Tenda, Plano & Plano, Cyrela, Even, Eztec, Helbor, Lavvi, Melnick, Mitre, Moura Dubeux e RNI. De acordo com estes dados, o mercado de média e alta renda apresentou um desempenho mais fraco que o segmento popular. Cyrela, Even, Eztec e Melnick, entre outros, tiveram recuo nas vendas, ao passo que a Direcional e Cury, dedicadas ao programa Casa Verde e Amarela, experimentaram uma alta mais forte.

“A demanda está marginalmente pior. As famílias se retraíram porque o affordability (capacidade de pagamento) diminuiu. Quem compra imóvel para investir, saiu um pouco desse mercado porque está mais cauteloso com o aumento dos juros. A velocidade de vendas forte que víamos no passado caiu. As empresas estavam vendendo até metade dos apartamentos na largada. Isso não é comum.”, explicou, ao Jornal O Estado de São Paulo, o Analista do BTG Pactual, Gustavo Cambauva. No entanto, Cambauva é taxativo: “O mercado imobiliário vinha de recordes e ainda está saudável”.

Publicado em 02/11/2021

Preços de imóveis residenciais mantém tendência de aceleração

Segundo a Abecip, a variação dos preços dos imóveis residenciais em setembro foi de 1,76%

Os preços dos imóveis residenciais nas dez capitais analisadas pelo IGMI-R/Abecip tiveram elevação na leitura de julho, em comparação ao resultado do mês anterior, sendo que todos também tiveram aceleração nos respectivos resultados acumulados em 12 meses em relação aos resultados de junho. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a variação dos preços dos imóveis residenciais em setembro (1,76%) foi praticamente idêntica à do mês anterior (1,74%), segundo o IGMI-R/Abecip. Assim, a trajetória de aceleração da variação acumulada em doze meses foi mantida para as dez capitais analisadas. No resultado agregado para o Brasil, essa variação passou de 12,48% em agosto para 13,81% em setembro. 

“Comparando as variações nominais acumuladas nos trimestres em relação aos trimestres imediatamente anteriores, os três trimestres de 2021 apresentaram aceleração para o Brasil e para as dez capitais, ainda que com diferenças significativas do ponto de vista quantitativo. São Paulo apresentou a maior variação no terceiro trimestre (6,87%), enquanto Recife a menor (1,62%) entre as capitais. Nos resultados acumulados em doze meses, São Paulo mais uma vez foi o destaque isolado de variação positiva (20,17%), seguido por Brasília (14,20%) e Rio de Janeiro (13,06%), enquanto Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Goiânia apresentaram variações ao redor de 10%, muito próximas dos resultados acumulados dos índices de preços ao consumidor no período. No outro extremo, Belo Horizonte, Fortaleza e Recife, apresentaram variações acumuladas em 12 meses em torno de 5%, implicando em perdas de valores reais de seus imóveis residenciais. Esses comportamentos de preços ocorrem em um momento em que a retomada do nível de atividades na economia Brasileira vem mostrando sinais de desaceleração. Se por um lado o avanço da imunização vem permitindo uma recuperação do setor de serviços, por outro o mercado de trabalho ainda sente os efeitos das perdas de nível de emprego e rendimentos reais desde o ano passado. Como mostra o gráfico abaixo, esse contexto ainda não afetou os sentimentos dos empresários do setor de edificações residenciais em relação à situação atual, porém já exerceu um impacto negativo sobre as expectativas, conforme os últimos resultados da Sondagem da Construção Civil do IBRE/FGV. Entre os fundamentos por trás dessa redução, destacam-se as incertezas relativas ao quadro fiscal, e principalmente o cenário de aceleração generalizada de preços de insumos e produtos, com a reação anunciada da política monetária tornando menos favoráveis as condições de crédito. Ainda de acordo com os resultados mais recentes da Sondagem da Construção Civil, esses fundamentos implicam em um recuo na percepção dos empresários da demanda prevista por edificações residenciais em setembro, como pode ser visto no gráfico abaixo. Os impactos dos do aumento das incertezas sobre o ritmo de retomada da economia e das elevações generalizadas nos preços de insumos e produtos irão condicionar a continuidade da aceleração dos preços nominais dos imóveis residenciais no Brasil nos próximos meses”, informou a Abecip.

Publicado em 02/11/2021

CDHU inicia construção de 30 casas para atender famílias de cinco aldeias da reserva indígena do Ribeirão Silveira

No total, serão construídas 120 residências, especialmente projetadas respeitando os usos e hábitos culturais dos Guaranis

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), empresa vinculada à Secretaria de Estado da Habitação de São Paulo, anunciou o início das obras de 30 moradias para atender famílias da etnia guarani que vivem em cinco aldeias da reserva indígena do Ribeirão Silveira, localizada entre Bertioga e São Sebastião, no litoral do estado. Segundo a companhia, as novas casas foram especialmente projetadas respeitando os usos e hábitos culturais dos guaranis e serão investidos R$ 3,8 milhões na implantação do empreendimento, chamado de “Bertioga E”.

No total, serão construídas 120 casas na reserva indígena. As casas terão 62 m² de área útil, com uma sala conjugada com a cozinha, dois dormitórios, área de serviço e varanda com fogão a lenha. A cobertura terá telhas de barro e as paredes internas serão azulejadas. O projeto arquitetônico foi desenvolvido especialmente pela CDHU com a participação das lideranças indígenas e da Fundação Nacional do Índio (Funai).

“As moradias terão um formato ovalado, próprio da cultura guarani, que remete às casas de reza existentes nestas comunidades. Foram realizadas diversas reuniões com a comunidade até chegarmos a esse formato final, que atende aos anseios dos próprios moradores”, explicou Maria Cláudia da Costa Brandão, Gerente de Programas para Demandas Especiais da CDHU. Segundo ela, a companhia vem apresentando soluções habitacionais para as reservas indígenas desde 2001 por meio do Programa de Moradia Indígena, que visa a melhoria da qualidade de vida desta população. O objetivo é substituir a habitação precária por uma casa nova, com tipologias adequadas aos usos e hábitos culturais de cada etnia. Desde sua implantação, o programa já entregou 556 unidades novas em 15 aldeias do estado de São Paulo.

“Esse programa é um orgulho para a CDHU. Os investimentos são feitos a fundo perdido e atendem a uma causa muito especial: a preservação da cultura dos nossos ancestrais. Oferecemos habitações seguras e confortáveis, respeitando os hábitos de cada etnia”, garante Silvio Vasconcellos, Presidente da CDHU.

Publicado em 02/11/2021

Caixa anuncia queda dos juros da linha de crédito imobiliário atrelada à poupança

Três dias antes, Itaú também reduz juros da mesma modalidade de financiamento

A Caixa Econômica Federal anunciou em 18 de outubro a redução da sua taxa de juros da linha de crédito imobiliário atrelada à poupança, em 0,4 ponto percentual. Isso significa que o pretendente pode contratar o financiamento bancário do banco pela modalidade com juros a partir de 2,95% ao ano, somadas à remuneração da caderneta. Três dias antes, o Itaú também promoveu a redução dos juros na linha de crédito com juros da poupança, passando de 3,95% ao ano para 3,45%.

Publicado em 02/11/2021

“Mercado imobiliário é machista”, diz idealizadora de pesquisa sobre a atuação da mulher como corretora de imóveis

Segundo a pesquisa, mulheres ocupam apenas 30% das vagas do mercado de corretagem de imóveis

O exercício da profissão de corretor de imóveis no Brasil passou a ser permitido para mulheres somente em março de 1958, e de lá para cá muita coisa mudou. Mas a representatividade feminina ainda é muito desigual. Entre 2003 e 2013, o número de corretoras cresceu 144%, o que é um avanço considerável, mas de acordo com uma pesquisa do COFECI (Conselho Federal de Corretores de Imóveis), as mulheres ocupam apenas 30% das vagas de corretores que atual legalmente na profissão. Ou seja, para cada dez corretores, sete são homens.

O estudo intitulado Mulheres no Mercado Imobiliário, realizado pela Datastore em parceria com a especialista em marketing imobiliário Raquel Trevisan e o movimento Mulheres do Imobiliário, apontou que 93% das entrevistadas percebem que há conquistas significativas nos últimos anos e 39% têm a percepção de que conseguirem as mesmas oportunidades que os homens. No entanto, tão somente 28% citaram que os cargos de liderança são ocupados por mulheres.

De acordo com o estuado, 61% das entrevistadas disseram que já sofreram assédio sexual, moral ou verbal no trabalho e 21% não denunciaram a situação por medo de perder o emprego e por não acreditarem na punição dos responsáveis. E mais: 44% tiveram dificuldade para retornar ao trabalho após a maternidade e 61% acreditam que ser mãe e profissional no setor de imóveis ainda é um tabu.

“O mercado imobiliário é machista, masculino e masculinizado. Machista porque ainda mantém a mulher como coadjuvante, masculino porque é majoritariamente composto por homens – uma voz masculina e branca, aliás – e masculinizado porque as mulheres precisam usar instrumentos masculinos para se desenvolver no mercado, eliminando características mais típicas delas, como empatia e sensibilidade”, garante Elisa Tawil, idealizadora do Mulheres do Imobiliário.

Publicado em 02/11/2021

Morre Álvaro Alberto Barreto, fundador da Abecip

Um dos mais tradicionais empresários do segmento de crédito imobiliário, Barreto faleceu aos 80 anos

Faleceu na manhã do dia 14 de outubro o empresário Álvaro Alberto Barreto, aos 80 anos. Um dos mais tradicionais empresários do segmento da construção civil, em especial do crédito imobiliário, Barreto foi um dos fundadores da Abecip – Associação Brasileira de Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança, em 1967. Natural de Natal e engenheiro civil, o empresário foi um dos primeiros agentes do crédito imobiliário ao constituir, em meados da década de 1960, a Associação de Poupança e Empréstimo do Rio Grande do Norte (Apern), que se transformaria na Companhia Hipotecária Brasileira (CHB). Além de construtor, Barreto também foi professor de Economia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Publicado em 02/11/2021

Venda de cimento tem queda de 1,6% em setembro

No acumulado do ano, no entanto, registra-se alta de 9,7% segundo o SNIC

O Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) informou que a venda do insumo sofreu uma desaceleração de 1,6% em setembro, quando se registrou a comercialização de 5,7 milhões de toneladas do produto. A comparação é com o mesmo período do ano passado, e quando comparado com agosto deste ano, a queda nas vendas é de 1,7%. No entanto, no acumulado de 2021, a venda de cimento cresceu 9,7% em relação ao mesmo período de 2020.

Segundo o SNIC, a desaceleração nas vendas de cimento aconteceu por conta da menor renda das famílias e do aumento do endividamento, além da inflação, da alta da taxa de juros, da redução do auxílio emergencial e do desemprego.

Segundo Paulo Camillo Penna, Presidente da entidade, o alto nível de vendas de cimento passa pela criação de emprego e renda para manutenção do fôlego da autoconstrução, assim como a continuidade dos lançamentos imobiliários e a preservação do ritmo das obras. "O aumento dos lançamentos imobiliários sustenta o desempenho do setor de cimento, mas impõe cautela para o futuro. A infraestrutura, que pode ser um grande indutor do consumo de cimento, permanece com um desempenho abaixo do necessário”, disse ele.

Publicado em 02/11/2021

Em Florianópolis a venda de unidades no 1º semestre foi maior do que o número de lançamentos

Especialistas temem que a cidade experimente um déficit imobiliário

Na cidade de Florianópolis a venda de unidades imobiliárias no primeiro semestre do ano foi maior do que o número de lançamentos ali realizados. A informação é do Sinduscon Grande Florianópolis, o sindicato da construção civil: no primeiro trimestre deste ano, foram lançados apenas oito empreendimentos, enquanto que no segundo trimestre foram 14 lançamentos. No ano passado foram 19 e 19 lançamentos, respectivamente.

No segundo trimestre deste ano, foram lançadas 1.248 unidades, enquanto 1.482 foram comercializadas, promovendo uma pequena queda no estoque de unidades. Especialistas dizem que a diminuição do volume de lançamentos imobiliários e uma demanda comercial ativa podem promover um déficit imobiliário na cidade.

Segundo Marco Aurélio Alberton, Presidente do Sinduscon Grande Florianópolis, um dos motivos de entrave para novos empreendimentos é a demora na aprovação dos projetos por conta de muita burocracia. “Ao longo deste ano já participamos de algumas reuniões, a fim de buscar mais segurança jurídica a todos. Nosso objetivo é estimular o setor legal da indústria da construção, bem como o incentivo para habitações de interesse social, fundamentais para evitar e desestimular as invasões e construções ilegais”, afirmou Alberton.

Publicado em 02/11/2021

Prefeituras cobram pagamento do ITBI na assinatura do termo de compromisso de compra e venda

Mutuários procuram a Justiça para se valer da decisão do STF de que o imposto só deve ser cobrado no registro do bem em cartório

Compradores de imóveis por meio de financiamento imobiliário estão buscando na Justiça o direito de se valer da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), determinando que o pagamento do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) seja feito apenas no registro do bem em cartório. Inúmeras prefeituras, como as de São Paulo, Campinas (SP), Rio de Janeiro, Florianópolis e Salvador, continuam cobrando o imposto no momento da assinatura do termo de compromisso de compra e venda, e os mutuários acabam procurando a Justiça para anular multas impostas pela prefeitura ou a própria cobrança do ITBI antes da hora.

O problema é que o momento entre a assinatura do termo de compra e venda do imóvel e seu registro final leva décadas. “O comprador acaba pagando ITBI de um imóvel que ele nem sabe se vai conseguir quitar e, muitas vezes, sem ter a informação de que o tributo não é devido naquele momento. São passivos gigantescos com base em leis contrárias ao que Supremo já definiu.”, disse a Advogada Kelly Durazzo, do escritório Durazzo & Medeiros Advogados, ao jornal Valor Econômico.

São Paulo arrecadou R$ 2,5 bilhões com o recolhimento de ITBI em 2020. No ano anterior, o valor arrecadado foi de R$ 1,9 bilhão. Já a Prefeitura do Rio de Janeiro arrecadou R$ 863 milhões em 2020. Neste ano, até 14 de outubro, foram arrecadados R$ 885 milhões. Por meio de nota, a Prefeitura de São Paulo explicou que a Procuradoria Geral do Município (PGM) apresentou embargos de declaração ao STF referentes à decisão de repercussão geral, o que ainda está pendente de apreciação. Também por meio de nota, a Procuradoria Geral do Município do Rio de Janeiro afirma que a decisão do Supremo ainda não transitou em julgado e que aguarda o julgamento do recurso impetrado pelo município de São Paulo.

Publicado em 02/11/2021

Mercado imobiliário do Rio vive seu melhor momento desde 2014

Transações da Brasil Brokers cresceram 48% no primeiro trimestre deste ano

Os juros ainda historicamente mais baixos e a adoção do home office explicam a maior procura por casas e apartamentos. Segundo a área de Inteligência Imobiliária da Brasil Brokers, o mercado imobiliário do Rio de Janeiro vive o seu melhor momento desde 2014. A empresa se baseia nos seus próprios resultados: as transações com imóveis novos ou usados cresceram 48% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com mesmo período de 2020. Ainda de acordo com a Brasil Brokers, entre janeiro e setembro deste ano foram feitos 40,2 mil negócios na cidade do Rio de Janeiro, sendo que neste mesmo período do ano passado foram registrados 27,1 mil negócios (números sem as vendas de imóveis na planta). A zona sul da cidade aparece em destaque. Ipanema e Flamengo tiveram o maior número de transações em uma década, enquanto que no Leblon, em Copacabana e em Botafogo o desempenho está acima dos números registados desde 2012. O maior número de transações é da Barra da Tijuca, localizada na zona oeste da cidade, com mais de 5 mil negócios em 2021. Na Tijuca, zona norte do município, o volume de negócios cresceu 60%. De acordo com Alexandre Frickmann, da Brasil Brokers, na média de todos os bairros da cidade a movimentação é a maior desde 2014.

Publicado em 02/11/2021

Patrimar vende mais de R$ 470 milhões de condomínio de alto luxo no Rio de Janeiro

Oceana Golf, localizado na Barra da Tijuca, é a estreia da construtora no Rio de Janeiro

A incorporadora mineira Patrimar está estreando no mercado carioca em alto estilo. O condomínio de apartamentos de alto padrão Oceana Golf, localizado na Barra da Tijuca, já vendeu mais de R$ 470 milhões (Valor Geral de Vendas), segundo a companhia.

A Patrimar já atuava no Estado Fluminense, mas por meio da Novolar, uma marca dedicada ao cliente de renda média e forte na construção e comercialização de empreendimentos para o programa Casa verde e Amarela.

O Oceana Golf tem um Valor Geral de Vendas total de R$ 950 milhões, mas até o momento foram lançadas apenas R$ 672,3 milhões. O empreendimento tem seis torres e 246 apartamentos, com tíquete médio acima de R$ 3,5 milhões por apartamento, fica na Av. das Américas, na altura do shopping Vogue Square, e tem vista para o campo olímpico de golfe, para a lagoa de Marapendi e para o mar. Segundo a Patrimar, os apartamentos ficarão prontos em 2025.

— Nos últimos anos, o Rio teve uma convergência de notícias negativas, como a deterioração econômica, e as incorporadoras foram diminuindo os lançamentos. Mas trata-se de uma cidade grande, com PIB ainda relevante e uma camada de sociedade ávida por produtos novos. A gente veio atrás dessa oportunidade. E, na pandemia, a moradia ganhou um outro significado — disse, ao jornal O Globo, o Diretor Financeiro da companhia, Felipe Enck Gonçalves.

Segundo ele, a Patrimar já tem terrenos com potencial de R$ 2 bilhões em VGV em todos os segmentos

Publicado em 02/11/2021

Cohab-Curitiba oferece projeto arquitetônico gratuito para a população

Benefício vale para qualquer proprietário de imóveis residenciais, até 70 m²

A Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-Curitiba) anunciou que famílias com renda até cinco salários-mínimos têm direito a um serviço gratuito de elaboração de projetos. O benefício, concedido e realizado pela própria companhia, pode ser solicitado para novas construções ou ampliação da casa própria. Os interessados não precisam necessariamente estar inscritos na fila da Cohab nem ter adquirido imóvel por meio do programa habitacional do município.

Segundo a Cohab-Curitiba, qualquer cidadão proprietário de terreno no município de Curitiba pode procurar o Setor de Aprovação de Projetos da companhia e solicitar o benefício. Além do projeto gratuito, o atendimento inclui a emissão do alvará simplificado – documento que regulariza a construção e após o término da obra permite o registro do imóvel em cartório.

“Sabemos que construir e reformar são ações que trazem bastante gasto para as famílias, em especial neste período de alta nos valores de insumos da construção civil. Ao oferecer o alvará simplificado e os projetos de forma gratuita o município garante uma boa economia à população de menor renda”, disse o Prefeito de Curitiba, Rafael Greca. De acordo com a Cohab-Curitiba, os interessados devem apresentar o registro de imóveis atualizado de seu lote, o comprovante de renda e um esboço desenhado da construção que pretende executar.

O serviço é exclusivo para construções exclusivamente residenciais e com área máxima de 70 m² em um único pavimento e vale para apenas uma residência por lote, a não ser que os imóveis sejam provenientes de ações de reassentamento e regularização fundiária promovidos pela companhia, situação na qual é autorizada a emissão de mais alvarás no mesmo terreno.

“Construir por conta própria sem orientação técnica é um risco que o cidadão assume, pois existem detalhes que se não forem seguidos impedirão que o imóvel seja registrado. Fazendo o projeto gratuito com a Cohab o proprietário pode ficar tranquilo”, completou o Presidente da Cohab-Curitiba, José Lupion Neto. Interessados devem se dirigir ao Setor de Aprovação de Projetos da Cohab, que funciona na sede da Companhia, na rua Barão do Rio Branco, 45. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones 3221-8944 e 3221-8965.

Publicado em 02/11/2021

Governo do Paraná lança pedra fundamental de residencial com 683 casas

Promessa é entregar um total de 1.479 unidades habitacionais em Araponga, no norte do Estado.

O Governo do Paraná lançou a pedra fundamental do Residencial Bem Viver Arapongas, localizado no município de Arapongas, que contará com a construção de 683 casas em uma primeira etapa, com investimentos na ordem de R$ 89 milhões. Futuramente, serão, no total, 1.479 unidades habitacionais. O Governo também anunciou a licitação para a construção do Condomínio do Idoso, com 40 residências exclusivas para a terceira idade. O investimento global ultrapassa R$ 94 milhões.

- São anúncios importantes que vão impactar toda a região. Em Arapongas, dentro do maior programa de habitação do Brasil, serão mais de 1,4 mil casas e um condomínio para cuidar exclusivamente dos idosos. E estradas rurais vão ajudar a desenvolver o interior da cidade. É um pacote de obras completo e que tem também outro impacto importante, que é a geração de emprego. A construção dessas casas vai demandar muita mão de obra, o que movimenta a economia do Paraná – disse o Governador do Paraná, Ratinho Junior.

Poderão se candidatar à compra de um imóvel do residencial famílias com renda de até três salários-mínimos, e o subsídio será de R$ 15 mil por imóvel. Segundo a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), os imóveis do residencial têm modelo padrão de 43,85 metros quadrados, em lotes a partir de 160 metros quadrados. O projeto arquitetônico e o tamanho dos terrenos foram pensados para permitir ampliações pelos futuros proprietários. Todos os cômodos contarão com piso cerâmico, além de azulejos na lavanderia, cozinha e banheiro.

- O Estado fica encarregado de dar a entrada, fazendo com que o cidadão possa pagar uma prestação mensal menor do que o valor de um aluguel. É o sonho da casa própria se tornando realidade no Paraná – completou Ratinho Junior.

A Cohapar infirmou que famílias com renda a partir de R$ 1.800,00 podem adquirir uma das unidades com o pagamento de parcelas mensais a partir de R$ 380, além de isenção de Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e registro do imóvel. O residencial será financiado com recursos do programa Casa Verde e Amarela, do governo federal, financiados pela Caixa Econômica Federal. De acordo com a companhia, a estimativa é que o projeto possa gerar quase cinco mil empregos diretos e indiretos na cidade durante as duas etapas das obras, com cronograma de execução de 24 meses.

- É um empreendimento muito grande que vai acabar com a agonia de muita gente que espera pela casa própria - classificou o Presidente da Cohapar, Jorge Lange.

Publicado em 02/11/2021

Banco Inter se prepara para negociar seus papéis na Nasdaq

Após anúncio por meio de fato relevante, ações do banco na B3 subiram fortemente

O Banco Inter já anunciou e está se preparando para um novo salto, que certamente mudará sua história: a instituição financeira deixará de ter ações listadas na B3, a Bolsa de Valores Brasileiras, e passará a operar na Nasdaq. Em 7 de outubro, por meio de fato relevante, o Banco Inter informou que seus papéis serão listados nos Estados Unidos, mas terão BDRs (títulos que representam ações de empresas estrangeiras) disponíveis na B3. Por conta desta divulgação, até as 13h14 daquele dia seus papéis deram um salto de 5,56%, passando a valer R$ 43,86.

Segundo a instituição, aqueles que hoje detém ações preferenciais, ordinárias ou units do banco terão a liberdade de optar pela troca pelos BDRs ou pelo recebimento do montante em reais (o chamado cash-out). Uma assembleia geral extraordinária, ainda não marcada, definirá o valor a ser pago por cada tipo de papel. “Terminado o Período de Opção, o acionista do Inter que tenha escolhido a Opção Cash-Out (i) não poderá migrar para a Opção BDR e vice-versa, e (ii) não poderá negociar com as suas ações até o pagamento do Cash-out, cuja data de pagamento será oportunamente divulgada pelo Inter”, informou a empresa, no fato relevante.

Bank of America, Bradesco BBI, JP Morgan e Itaú são os bancos escolhidos para assessorar o Banco Inter em todo este processo. A base acionária será migrada para a Inter Platform Inc, sociedade constituída de acordo com a jurisdição das Ilhas Cayman, que terá papéis listados nos Estados Unidos e BDRs (títulos que representam ações de empresas estrangeiras), disponíveis na B3. Na Nasdaq, serão dois tipos de ações disponíveis para o investir: a chamada “classe A” (com direito a um voto por cada ação adquirida) e a “casse b’ ( exclusiva ao acionista controlador do Inter, que dará direito a 10 votos por ação). Os BDRs serão lastreados nas ações “classe A”.

“A conclusão da reorganização societária depende de diversos fatores fora do controle da Inter Platform e do Inter, não sendo possível estimar com precisão se e quando será concluída. Contudo, Inter e Inter Platform envidarão esforços para conclusão da reorganização societária com a maior celeridade possível”, comunicou o Banco Inter, por meio do fato relevante.

Publicado em 02/11/2021

CashMe passa a oferecer financiamento imobiliário

Fintech da Cyrela quer conquistar clientes que bancos grandes não atendem

Criada para oferecer crédito com garantia imobiliária, a fintech CashMe, da Cyrela, também quer faturar em cima do financiamento da casa própria. A CashMe não tem acesso à poupança, o que lhe toma um pouco de competitividade, mas o objetivo é atuar em um nicho de cliente que não tem, hoje, acesso às linhas de financiamento habitacional tradicionais. A fintech pretende utilizar com vantagem competitiva a análise de apenas dois dias que oferece ao pretendente para o financiamento.

“Os bancos têm um funding ultracompetitivo, que vem da caderneta, e por isso com taxas mais baixas do que conseguimos praticar. Mas a gente entra onde os bancos não conseguem operar ou ganhar escala. Não é o cliente negativado, mas aquele que o banco não consegue entender e avaliar, como quem tem renda ou mesmo residência fora do Brasil e quer comprar imóvel aqui”, explicou Juliano Bello, cofundador da CashMe, em entrevista ao jornal Valor Econômico.

A CashMe também quer, como cliente, executivos que têm remuneração variável e com salário fixo baixo, além da compra de imóveis por três ou quatro pessoas, um financiamento mais complexo que muitos bancos costumam evitar. “Conseguimos fazer os processos com assinatura e certificação digital, de qualquer país, e adequar o pagamento ao fluxo de caixa do cliente. Se ele ganha um bônus no fim do ano e essa é a maior parte da renda dele, pode pagar uma grande parcela uma vez por ano”, adianta Bello.

Criada há três anos, a CashMe sempre atuou com uma operação independente da Cyrela. A especialização e experiência da equipe permitiu que a fintech passasse a atuar com home equity. “Nossa missão era transformar esse produto em algo tão simples quanto um consignado, mas o crescimento foi numa velocidade maior do que imaginávamos. Hoje estamos entre os maiores de home equity, atrás de Santander e Bradesco”, garante o executivo.

Segundo a CashMe, sua carteira de home equity fechará o ano em torno de R$ 1 bilhão. “Um produto complementar em fase piloto é o ConstruCash, para financiar a construção de casas em loteamentos. É difícil capital para isso, praticamente só a Caixa faz, pela complexidade de concessão”, adianta Bello. Segundo ele, são 30 operações do tipo na fase piloto, com liberação dos recursos conforme a evolução da obra.

Lançado em outubro, o financiamento imobiliário é visto como um excelente negócio pela fintech, que espera alcançar uma carteira de R$ 150 milhões a R$ 200 milhões para o produto em 2022.

Publicado em 02/11/2021

Transações realizadas por meio de dispositivos móveis cresceram 35% no ano passado, aponta o Banco Central

Uso do canal internet banking caiu de 29%, em 2018, para 22%, em 2020

Segundo levantamento do Banco Central sobre Estatísticas de Pagamento de Varejo e de Cartões, as transações realizadas por meio de dispositivos móveis em 2020 tiveram um crescimento de 35% em relação ao ano anterior, de 34,1 milhões para 46,1 milhões. O BC informou, ainda, que as transações via conexões móveis estão maiores que as realizadas pela internet, que caíram 14% no período. Nada menos do que 37% dos pagamentos de contas, tributos e transferência de crédito foram feitos por canais móveis e digitais: 3.957 milhões de operações destes tipos foram feitas no ano passado, um crescimento de 35,4% em relação a 2019. Segundo o relatório do Banco Central, “os destaques foram o aumento significativo das operações realizadas por intermédio de dispositivos móveis, de 41%, em 2018, para 59%, em 2020, acompanhado de uma queda no uso do canal internet banking, de 29% para 22% no período”.

Publicado em 02/11/2021

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