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CDHU lança concurso nacional de projeto de arquitetura

Concurso é voltado para novas tipologias para habitação de interesse social sustentáveis. Inscrições já estão abertas

O secretário de Estado da Habitação e presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Lair Krähenbühl, a presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil, departamento São Paulo (IAB-SP), Rosana Ferrari, e Mauro Brito, presidente da COHAB-MG, lançaram, em 16 de março, o “Concurso Nacional de Projeto de Arquitetura de Novas Tipologias para Habitação de Interesse Social Sustentáveis”. Segundo Krähenbühl, a iniciativa pretende estimular a criação de novas alternativas para moradias que contemplem melhor técnica, preço e prazo de execução. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de julho de 2010, no site do IAB-SP (www.iabsp.org.br), e as propostas devem ser entregues até o dia 16 de agosto. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 3 de setembro, em São Paulo, em um local ainda indefinido. O primeiro colocado de cada grupo de tipologia receberá um prêmio no valor de R$ 50 mil. Já o segundo colocado de cada grupo ganhará R$ 20 mil. As categorias estão organizadas em seis grupos tipológicos: casas térreas, casas escalonadas, sobrados, edifícios de três pavimentos, edifícios de quatro e cinco pavimentos e edifícios de seis e sete pavimentos. Os projetos devem prever recursos de sustentabilidade ambiental e de acessibilidade, com base nos conceitos do Desenho Universal. “Os trabalhos devem contemplar, entre outras coisas, o aquecimento solar e a urbanidade, que é poder atender públicos de qualquer faixa etária, além de serem viáveis economicamente. Essa é uma iniciativa pioneira no Brasil. Pretendemos mudar a concepção de habitação de interesse social. Os trabalhos têm que ser um projeto de vida, não só arquitetônico”, disse o secretário Lair Krähenbühl. Já a presidente do IAB-SP, Rosana Ferrari, disse que “a ideia vem de encontro aos projetos defendidos pelo IAB-SP, que é construir moradias acessíveis e sustentáveis”. Para Mauro Brito, “os trabalhos que ganharem o concurso não podem ficar na gaveta, tem que se tornar realidade. O maior prêmio para o vencedor é ver seu projeto construído”.

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