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Experiências imersivas ajudam vender mais e em menos tempo

Even montou uma das maiores salas de imersão da América Latina para convencer seus clientes a comprarem unidades no empreendimento Faena

A construtora Even não economizou para encantar seus clientes do empreendimento Faena, criando uma das maiores salas de imersão da América Latina, oferecendo projeção mapeada e visão em 270 graus do que o possível comprador encontrará quando a obra estiver terminada. “O cliente chega preparado para vivenciar o universo Faena e já se reconhece dentro do empreendimento pelo aspecto transformacional e pelo componente cultural que o nome carrega. A sala de imersão proporciona uma experiência sensorial única do projeto e de seus diferenciais”, conta João Paulo Laffront, Diretor de Incorporação da companhia.

A Even não está só no uso de experiências imersivas para encantar e vender suas unidades habitacionais para os seus clientes. Em Porto Alegre, a Melnick também utiliza a imersão no estande do empreendimento Cidade Nilo, que nos primeiros três meses de vendas recebeu 1.649 visitantes, uma alta de 708% em relação aos empreendimentos sem a experiência imersiva. E mais: no Kempinski Laje de Pedra, em Canela, no Rio Grande do Sul, a experiência imersiva ajudou, segundo a companhia, a elevar o valor do metro quadrado a R$ 80 mil, garante a construtora Neorama.

A imersão virtual por meio de projeções, sons, aromas e narrativas sensoriais permite que o cliente não apenas visualize o imóvel, mas experimente sua atmosfera e o estilo de vida proposto pela construtora. As salas imersivas multissensoriais ganham cada vez mais espaço nos estandes imobiliários, marcando uma nova forma de oferecer o produto ao cliente. A ideia é antecipar como será a sensação de viver naquele ambiente, e, assim, vender mais em menos tempo.

“O tempo de espera entre fechar negócio e receber o produto – no caso um apartamento – quase sempre é um tempo longo no mercado imobiliário. Neste aspecto o percurso imersivo funciona como uma máquina do tempo emocional, em que o espectador é transportado para o futuro e consegue ter uma projeção muito potente da futura realidade naquele lugar”, explica Cássio Carvalho, sócio da Neorama. A empresa utilizou a ferramenta para vender um projeto de ilha privada idealizada por um sheik dos Emirados Árabes, que fechou negócio logo após utilizá-la.

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