A apenas dois dias das eleições municipais (primeiro turno), o Conselho Curador do FGTS se reuniu e decidiu aprovar a proposta do governo, elevando o valor máximo dos imóveis financiados pelo programa Minha Casa Minha Vida. A partir de então, o teto deixou de ser R$ 170 mil nas capitais e regiões metropolitanas de Brasília, Rio e São Paulo, passando para R$ 190 mil. O Conselho também aprovou aumento do subsídio, de R$ 23 mil para R$ 25 mil. Nas demais capitais do Brasil o valor máximo subiu para R$ 170 mil. Nas cidades com mais de 250 mil habitantes, o teto passou para R$ 145 mil; nas cidades com mais de 50 mil moradores o valor máximo agora é de R$ 115 mil e, finalmente, nos demais municípios o teto passou para R$ 90 mil. Segundo fontes do Conselho, a mudança no valor do subsídio custará aos cofres do FGTS mais R$ 2,3 bilhões até 2014. São recursos a fundo perdido, que somam R$ 300 milhões a mais esse ano e R$ 1 bilhão a mais anualmente, a partir do ano que vem. Segundo Brizola Neto, ministro do Trabalho e presidente do Conselho, a prioridade do governo é fazer o FGTS cumprir com sua função social.