A Agência Municipal de Habitação de Campo Grande realizou, em 6 de junho, uma reunião com membros do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social (Fundhab), ligado ao Comitê da Habitação do Conselho Municipal de Desenvolvimento e Urbanização (CMDU), para conhecer os critérios locais de elegibilidade e seleção das famílias beneficiadas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida na cidade. O diretor-presidente da Emha, Amilton Cândido de Oliveira conduziu o encontro, que aconteceu na sede na Agência Municipal de Habitação de Campo Grande. De acordo com ele, a partir de agora, para ter direito a concorrer pelas moradias, o cidadão terá que atender aos três critérios estabelecidos pela Emha: famílias com maior tempo de residência em Campo Grande/MS; famílias com maior quantidade de filhos menores de 14 anos e, finalmente, famílias que habitam ou trabalham próximas à região do empreendimento, comprovadamente. Cândido de Oliveira disse que os critérios foram estabelecidos com o objetivo de garantir que as pessoas tenham um lar e possam viver em condições dignas, em residenciais próximos dos equipamentos públicos como saúde, lazer e educação. A prioridade é atender pessoas em situação de vulnerabilidade. “Estamos analisando e promovendo estudos para que possamos melhorar o sistema de destinação das casas, de acordo com o que estabelece a Portaria do Ministério das Cidades. A ideia é realizar um cadastro regionalizado e também começar a construir pequenos empreendimentos nas áreas que pertencem à Emha e à Prefeitura. Se a pessoa recebe a moradia próxima do local onde trabalha e já habita, ela não tem motivação para comercializar o imóvel, trocar ou até mesmo abandonar, como acontece hoje, já que não sofrerá qualquer impacto negativo pela mudança de endereço. É neste sentido que pensamos, antes de estabelecer os critérios locais”, afirmou ele.