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Conselho Curador do FGTS reajusta os valores máximos dos imóveis a serem financiados para as faixas 1 e 2 do MCMV

Conselho também aprova orçamento para o ano que vem, 5,4% maior do que o deste ano

O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) anunciou o reajuste dos valores máximos de imóveis que podem ser financiados pelo programa habitacional Minha Casa, Minha Vida para as faixas 1 e 2, voltadas para famílias de menor renda. O limite subiu para até R$ 275 mil, sendo que o valor varia de acordo com o município e região. A medida não altera o subsídio que as famílias têm direito. O valor do teto de financiamento par famílias com renda familiar bruta até R$ 4, 7 mil era de R$ 264 mil.

São os seguintes os novos limites:

  • • Municípios acima de 750 mil habitantes: R$ 275 mil
  • • Municípios entre 300 mil e 750 mil habitantes: R$ 270 mil
  • • Municípios entre 100 mil e 300 mil habitantes: R$ 245 mil

Segundo o Ministério das Cidades, o novo valor poderá atrair mais construtoras e incorporadoras para atuarem nas faixas 1 e 2 do MCMV. O objetivo é alcançar a meta de 3 milhões de unidades contatadas até o final do mandato do Presidente Lula. Ainda segundo o Ministério, neste ano o programa já contratou cerca de 200 mil unidades na faixa 1 e quase 157 mil unidades na faixa 2, correspondendo a 29% das contratações. A meta é fechar este ano com 660 mil unidades contratadas.

O Conselho Curador do FGTS informou que também aprovou o orçamento de R$ 160,5 bilhões para empréstimo habitacional e projetos de saneamento em 2026, valor este 5,4% maior do que o orçamento deste ano (R$ 152,3 bilhões). O colegiado aprovou, ainda, o orçamento plurianual de 2027 a 2029. Em 2027, serão destinados R$ 144,50 bilhões para habitação. O montante cai para R$ 139,50 bilhões em 2028 e 2029.

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