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IGMI-R/ABECIP desacelera em maio, registrando 0,41%

Nos 12 meses acumulados, índice é de 12,98%, segundo a Abecip

De acordo com a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), em maio o IGMI-R/ABECIP manteve o movimento de desaceleração, variando 0,41% ante os 0,46% registrados em abril. Na perspectiva da variação acumulada em 12 meses, os 12,98% registrados em maio também marcaram uma desaceleração em relação ao índice aferido em abril, 13,58%.

“A variação mensal ao longo das capitais inverteu alguns dos resultados observados no mês anterior: São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Porto Alegre, que haviam registrado desacelerações entre março e abril, apresentaram em maio resultados mais elevados em relação a abril. Por sua vez, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Salvador, Goiânia, que mostraram em abril variações superiores às de março, tiveram variações positivas, mas em desaceleração comparando maio e abril. Já Brasília e Fortaleza mantiveram suas trajetórias de aceleração nos preços de seus imóveis residenciais. Sob a perspectiva das variações acumuladas em 12 meses, apenas Recife apresentou em maio resultado acima do mês anterior.

A tendência de desaceleração nas variações nominais dos preços dos imóveis residenciais continua acompanhada de uma tendência de desaceleração dos índices de preços ao consumidor, e de deflação nos principais índices de preços no atacado, resultando na continuidade da valorização real dos imóveis residenciais.

A persistência de alguns desafios, principalmente ligados à dinâmica intertemporal das contas públicas, ainda impactam as expectativas dos empresários do setor de edificações residenciais. Os quesitos Tendência dos Negócios para os próximos 6 meses, e Demanda Prevista, captados pela Sondagem da Construção Civil do IBRE/FGV, após variarem positivamente em abril caíram em maio, mantendo o padrão de oscilação em torno de uma tendência sem direção definida nos últimos meses.

Em contrapartida, o contexto de surpresas positivas nos indicadores de atividade econômica e mercado de trabalho, a perspectiva do início de um ciclo de política monetária menos restritiva ao longo do segundo semestre, e os incentivos para habitações populares, devem colaborar para alavancar a demanda de edificações residenciais ao longo dos próximos meses”, informou a entidade, por meio de nota.

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